quarta-feira, 18 de maio de 2011

Only you

Podia dedicar-te algo, uma música, um poema. Mas não pretendo palavras alheias. Quero que, além de sentires quando estás diante de mim, saibas e tenhas as minhas palavras gravadas na tua mente.
Tornaste-me uma mulher crente no sentimento sincero entre seres humanos, sem demais exigências, que vive a vida através de momentos especiais que têm mais significado que anos inteiros de vida arrastada sem eles. Gravo todos eles, como faço com as tuas palavras. És-me especial. Adoro o teu beijo, o teu toque, o teu sussurro, as tuas palavras, o teu olhar. Tens um timming certo e parece que me lês o pensamento, sempre que me dizes que me desejas, que sou viciante, que me adoras, quando me chamas de amor.
Deliro com o prazer que me dás, mas muito além do sexo maravilhoso que me proporcionas, é o prazer de te ter presente na minha vida, desta forma única e após 15 anos sem nos vermos. Sinto-me feliz, aluada, sempre de sorriso no rosto e brilho no olhar.
Como te disse ontem, faria e faço tudo para te manteres presente na minha vida. Tanto temos ainda por viver, tanto para dar e receber. Sou completamente apaixonada por ti e nada nem ninguém conseguirá mudar o que sinto.
Gosto de te olhar nos olhos e ver-te retribuir de olhar terno, enquanto passo um dedo pelos teus lábios e o beijas levemente, gosto da nossa sintonia, da forma como nos consumimos apaixonadamente após um intervalo de ausência. Gosto de ser a tua princesa e de cometer loucuras contigo. Gosto-te demais, ao ponto de me sentir a mulher mais feliz do mundo, mesmo quando estou a sentir a tua falta.

Um dia, quando sentir e me disseres que não há risco algum, talvez te diga que te... , tal como tu o escreveste só para mim.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Time goes by

O tempo vai passando devagar, demasiado devagar. Devia correr de forma vertiginosa para que eu não conseguisse sequer lembrar-me de ti. Mas isso não ocorre, é como que propositadamente demorado para que me lembre de tudo e com todos os detalhes, tudo o que vivemos. O bom, o menos bom. Não sei é correcto manter-me neste limbo quando sei e sinto no fundo que vou acabar num abismo.
Sinto a tua falta. Sinto falta de um passado não muito distante. Sinto falta das conversas despreocupadas sem motivos de aborrecimento. Do riso simples, dos olhares trocados.
Corro no meu dia-a-dia de modo a manter-me ocupada. A não pensar sequer. Saio e vou conversando no carro, muito, na tentativa de me manter distraída do motivo pelo qual sinto o peito apertado. Não te vejo há algum tempo e essa sensação causa-me desconforto. E porquê? É de todo impossível, imaginar a minha vida do teu lado. Por mais belo que possa parecer, ao olhos utópicos das nossas almas, a racionalidade trava qualquer sonho a essa hipótese. Já o escrevi uma vez, e volto a escrevê-lo: Podíamos ser tanto... mas não um do outro.

domingo, 1 de maio de 2011

Sente come fuoco, sono cosÍ innamorata di te.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Insane emotion

Marcaste-me. Para sempre. Nunca, jamais vou conseguir esquecer-te. És tudo, numa medida que por mais errada que possa parecer, é perfeita. Sinto a tua falta, fico com a respiração como que suspensa até te ver novamente. Sinto aquela necessidade de atirar tudo no vazio e correr para ti, mas não o faço. Amo por demais a sensação de sentir a tua falta, mais do que o querer estar do teu lado todos os dias, correndo o risco de perder esta sede de ti.
Apreciei a nossa noite. A nossa reunião de negócios, o casual chic sem roupa interior, o teu sorriso, a tua mão na minha, a tua voz dizendo-me discretamente "Adoro-te, sabias?"... Não me sais da cabeça. Quero-te, desejo-te uma e outra vez. Acordar do teu lado foi algo que não esperava de forma tão repentina e adorei cada minuto que estive contigo, de poder tocar-te levemente no rosto, sem pressas nem horários. Também tu és perfeito à medida do que preciso. Também eu não sei onde esta viagem nos leva, mas que não tenha destino à vista. Gosto-te demais e sempre que penso em ti sinto as minhas borboletas no estomago, mesmo já tendo passado todo este tempo. És único, és meu.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Escreve...

... para mim. Cabeça, tronco e membros. Não quero palavras alheias, quero as tuas. Quero um cenário idealizado por ti, uma noite, um dia, várias noites, vários dias. Mostra-me o quanto me desejas, o quanto me queres. Quero ler-te. O email está aí no lado direito. Quando me escreveres, publicá-lo-ei aqui.

terça-feira, 22 de março de 2011

Despida


Gosto que gostes de me ver e de me sentir completamente nua. De te encostares a mim e sentir o teu calor, o teu toque. Aprecio ainda mais o teu à vontade na cama, oiço-te gemer, alto, baixo, sussurras no meu ouvido e movimentas-te sempre na perfeição. Muito complicado, encontrar quem encaixe connosco desta forma. Na cama, a conversar, a brincar, a rir. Talvez por isso sinta tanto a tua falta. Do que me dás e do que ainda não me deste. Sinto falta do teu beijo suave, do teu beijo ansioso, sinto falta das tuas mãos tanto a prenderem-me com força, como a deslizarem pelo meu corpo suavemente. Sinto falta do sol e da rua, de poder andar, correr, sem demais justificações a ninguém. Dizes-me que o navio partiu do cais, que será uma questão apenas de tempo, mas tenho pavor que ele naufrague pelo caminho. "És viciante" - Dizes-me. Mas tu também o és... e Julho será terrível para mim, porque estar tanto tempo sem te ver, sem saber de ti, vai fazer doer-me a alma. Quero sentir-te colado a mim, como uma tatuagem tão fantástica que não conseguímos parar de a apreciar. Nunca, jamais, voltes a duvidar do que sinto. Porque fico ansiosa só por te ver partir com um até já. Doi-me o peito por ser uma incógnita a próxima vez. Adoro ouvir-te, adoro a tua boa disposição, a tua voz. Quero-te em todos os locais, sem demais preocupações, mesmo correndo o risco desta paixão me poder vir a destruir por dentro.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Miss you

Sinto falta da costa vicentina. Sinto falta do teu beijo. Sinto falta do teu toque. Sinto falta do teu abraço. Sinto falta das tuas palavras. Sinto falta do teu corpo colado ao meu. Sinto falta do teu sorriso. Sinto falta dos teus gemidos. Sinto falta do teu calor no meu corpo. Sinto falta do que ainda não me deste. Sinto falta do nós. Quero-te cada vez mais. A minha decisão foi tomada.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Utopia

Tudo dito e tanto por dizer. Senti o peito apertado, depois a rebentar de angústia. Senti o chão fugir-me debaixo dos pés, a cabeça zonza. Mas não tombei. Continuo aqui, de cabeça erguida e nada mudou. A minha felicidade é a minha prioridade. Nunca jamais permitirei que me atrasem. A Alice continuará a Alice, hoje e sempre. Irás aparecer no meu palácio e logo decidirei o que fazer contigo. Se valerá a pena manter-me exclusiva e insana. Se será preferível andar louca ao sabor das marés. Terás de me mostrar o que pretendes e fazer valer muito bem o teu desejo. Mas que sejas breve. Não vou esperar para sempre.

Soft kiss on your lips.

sábado, 12 de março de 2011

Lose it

Onde está a minha insanidade? Cansa-me toda a racionalidade de assuntos sérios. Quero apenas viver e tirar o maior partido da minha vida. Estás comigo? Muito bem, mas jamais me atrases. Não coloco a minha felicidade em espera. Tudo o que desejo e quero, é para ontem. Tudo o que me dá prazer, é para ontem.
Vive comigo uma vida louca que tenha quebras nas regras. Não aprecio planos. Já referi anteriormente, há cerca de um ano atrás. Se sou louca por ti? Sou... louca pelo que me fazes sentir. Mas sei viver sem ti, pois a insanidade que me dás é muito reduzida para aquilo que desejo. Quero viver na beira de um precipício, onde cada segundo conta para toda a adrenalina que me alimenta a alma. Não sou segunda opção, sou sempre a primeira.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Hotel

Seguimos para o restaurante do Hotel. Chegámos recentemente após algumas paragens pelo caminho e resolvemos jantar após o check in. Sigo à tua frente. Estou vestida para a ocasião, blusa de seda negra, saia justa ligeiramente acima do joelho com abertura pronunciada atrás até quase à côxa, sapato de tacão alto. Acrescentei o tom vermelho nos lábios e eye liner nos olhos.
Sinto o teu olhar em mim, mesmo não olhando para trás. Sinto o teu toque a descer suavemente pelas minhas costas, parando na minha anca. Esboço um sorriso ligeiro, enquanto nos encaminham para a nossa mesa discreta. Não permites que me afastem a cadeira para me sentar, afastas o garçon educadamente e pedes-lhe para voltar dentro de 3 minutos. Ao se afastar, escorregas as mãos delineando o meu corpo, passas-me a língua pelo pescoço enquanto me sussurras: - Sexy e bela Alice... preparada? - Respondo-te em silêncio com um olhar, enquanto me retribuis um sorriso e me empurras a cadeira. Sempre Preparada.
O garçon volta, pedimos um Chardonnay e brindamos a nós. Sinto o calor do vinho inebriar-me os sentidos, reconfortando-me. Comemos algo ligeiro entre trocas de olhares e palavras soltas e provocadoras... a noite ainda está a começar.
Saímos após duas horas. Desta vez estás mais solto, sais do meu lado com a mão mais abaixo da anca. Não te preocupam os olhares chocados de individualidades mais velhas, que nos olham de soslaio. Saio divertida com a situação depois de te forçar a parar e te beijar apaixonadamente no meio do restaurante. Mas não saímos no hotel. Passas na recepção enquanto te aguardo sentada num dos cadeirões situados no lobby. Solicitas o cartão de acesso à nossa suite onde uma vez mais me surpreendes. Entro numa suite a meia luz e deparo-me com uma garrafa de Moët & Chandon em gelo e uma cascata de chocolate negro aos pés da cama e ao lado uma travessa em prata de morangos vermelhos e sumarentos. Passas um pela cascata e encaminhas o mesmo aos meus lábios. Pousas o restante e viras-me de costas para ti, enquanto abres o fecho da minha saia que cai depressa para o chão. Voltas-me de novo, abrindo cada botão da minha blusa esvoaçante, calmamente... desfrutando de cada segundo. Sinto a minha respiração mudar, enquanto te aproximas mais de mim e deslizas a tua língua no meu peito, onde vais descendo conforme a camisa se vai abrindo. Deitas-me gentilmente na cama, apesar de estar em chamas para te ter dentro de mim. Puxo-te para mim enquanto te tiro o casaco e te dispo a camisa por entre beijos que vão aumentando de intensidade. Sinto-te duro, mas afastas-te repentinamente para me beijares abaixo do umbigo. Deixas-me apenas com as meias de liga e de sapatos, afastas-me as pernas enquanto me beijas e me penetras com a língua. Sinto-me a enlouquecer com o prazer que me dás e expludo numa onda violenta de prazer enquanto te puxo para cima de modo a sentir o meu sabor na tua boca. Viro-te e ficas tu deitado por baixo de mim, passo-te a língua pelos lábios suavemente e vou descendo pelo pescoço, pelo teu tronco, pela tua anca. Saboreio-te enquanto te ouço gemer de prazer e sussurras "És terrível Alice... tão espantosamente terrível..." - Sorrio enquanto vou brincando contigo e desta vez és tu a puxar-me. Não aguentas mais e entras em mim com toda a paixão que sentes.
A noite é uma criança e ainda agora começámos.

domingo, 6 de março de 2011

Soft image.

O dia corre devagar. Entretenho a mente ocupando-me com funções vulgares e obrigatórias do dia-a-dia, mas assaltas-me o pensamento quando menos o espero. Sinto ondas de calor a invadirem-me o peito, que se distendem progressivamente por todo o meu corpo mas sacudo-as rapidamente na vã tentativa de me manter sóbria no que tento desempenhar.
A tarde passa calma, passeio-me para cima e para baixo no meu palácio com roupas leves que me provocam um arrepio ligeiro sempre que me cruzo com a brisa do exterior. Recebo notícias tuas e transporto para imagem tudo aquilo que descreves. Acabo por optar por um banho de espuma, entro e tento relaxar de olhos fechados e pensamento sereno. Escuto o início de uma Primavera que chega, misturada com o som de água perfumada em movimentos calmos. Passo as mãos pelo corpo e pelo rosto e sinto a ansiedade calmamente a ir embora, mas quando está prestes a desaparecer escuto uma batida decidida na porta.
Fico irritada, todo o esforço para manter o meu pensamento longe de ti cai por terra enquanto enrolo uma toalha curta no corpo e a prendo no peito. Caminho em bicos de pé, como se estivesse calçada com um tacão alto, em passos curtos e rápidos para a porta e pergunto ainda irritada: "Quem é?" - mas ninguém me responde.
Intrigada, espreito pelo óculo da porta e o que vejo deixa-me subitamente deslumbrada. Não consigo ver quem as segura, mas na minha frente vejo um bouquet de rosas negras com um laço cor de sangue acetinado revestido a renda preta. Abro a porta do meu palácio com precaução, tentando ver quem está por detrás daquelas rosas únicas para mim... és tu.
Ofereces-me um sorriso suave e entras de passo decidido, enquanto continuo estupefacta a olhar-te, com a batida cardíaca a ocultar-me a audição exterior. Estendes o bouquet para mim assim que fecho a porta e me sussurras no ouvido enquanto me enlaças a cintura e me levantas do chão: "Surpresa Alice..." - Senti-me quase a desfalecer ao ouvir a tua voz e ao sentir o teu cheiro. O meu coração dispara uma vez mais devido ao teu abraço apertado que me desperta para outros locais. Tenho o cuidado de colocar o bouquet na consola e pego no teu rosto com as duas mãos, ainda molhadas com réstias de espuma perfumada e respondo-te de forma quase inaudível: "Tive saudades tuas..."

sábado, 5 de março de 2011

Exclusive Alice

Recordo o teu toque, que me deixa inundada em desejos. Recordo as tuas palavras sempre provocadoras, que quase me fazem perder o controlo. Provocas-me adrenalina em todo o meu ser, passo com os dedos suavemente no meu corpo, relembrando cada toque, cada beijo. Estou completamente incendiada e o teu sorriso, a forma como fazes transbordar desejo por todos os meus poros. Anseio por te ter novamente, beijar-te todo o corpo passando com a língua em todo o lado. Quero ouvir-te gemer, quero sentir-te tremer sempre que te provoco e te aperto em mim. Quero ser má, uma vez, várias vezes. Fazê-lo sem horas marcadas nem tempos contados. Quero sentir-me arrepiada por me tomares de pé contra a parede, por me virares de costas para ti e me acariciares em todo o lado. Quero tomar-te em qualquer lugar, já que me sinto quase insana com o teu toque. Sim, sou-te exclusiva mas... onde estás?

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pepper passion


Tenho urgência em te ter novamente, em te sentir por todo o meu corpo, colado a mim. Tenho fome dos teus beijos, do teu toque, da forma despreocupada e divertida com a qual comunicamos. Quero sentir a ânsia no peito mas não apenas com as tuas palavras soltas e sim com as sensações vertiginosas que me provocas. Quero sentir-te dentro de mim, ouvir-te sussurrar no meu ouvido, sentir-te cair extasiado do meu lado, enquanto me afastas o cabelo do rosto e me beijas levemente.
Quero-te, quero a tua boca, o teu corpo. Quero todo o prazer que me podes proporcionar. És capaz de aguentar?

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Não te conheço.

Quem és? Dás-me sensações únicas, sinto-me no auge de tão especial. Mas rapidamente caio por terra quando vejo que no momento seguinte tudo muda. Sinto-me vendada. Vivo o dia de hoje com a maior intensidade possível, querendo ter o melhor de tudo e sorrindo sempre. Como consegues ter a capacidade de me tirar tudo aquilo que me tem deixado feliz?
Tentei fugir de ti, resisti algum tempo, mas é inevitavel voltar a ti. Mas não esperava o ontem. Provocou-me insónias embora me apeteça dormir uma semana para limpar a alma. Há pessoas falsas sim, mas não aquelas que normalmente se julgam. Existem as outras, tão hipócritas que atiram pedras tendo telhados de vidro. Não sei o que fazer contigo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Metal is cold

And I am hot. Your chance has passed. Unless you give me something more to taste, it is over.
We could enjoy much more, oh well. Have a good life.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Stand by


Sensação nova, a de sentir metal na minha língua. És alguém que me suscitou curiosidade, mas ainda agora comecei a saciá-la. Encontro-me em stand by, a aguardar o teu próximo movimento. Quero-te, quero saborear esse metal tão bem localizado em pontos estratégicos. E irei fazê-lo, é uma questão de tempo, miau...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ignorância ou Desleixo?

Será possível que os homens em geral, não tenham a capacidade de surpreender na cama? Regra geral falam e acontecem, mas na hora H, fazem o que têm a fazer e nem tão pouco se apercebem se a mulher gosta ou não. Existe sempre algum prazer na mulher, mas na sua maioria o homem trata de si e se a mulher mentir indicando que foi maravilhoso, ele nem sabe que ela está a mentir.
Triste ter tão pouco conhecimento. São muito raros os homens que conseguem surpreender nesse campo. Regra geral, e pelas que conheço, as mulheres conseguem ser muito mais fogosas que românticas. E questionar uma mulher acerca do que ela gosta ou que gostaria que lhe fizessem, é no mínimo ridículo. Estamos em pleno século XXI, pesquisem! Aliás, o porno e erótico não existe apenas nessas mulheres, está presente em todas. Bom, quase todas.

Sejam atrevidos, "agressivos", rasguem roupas, façam-no de repente. Não basta beijar seios, pescoço, boca, ir lá para baixo brincar um pouco antes de penetrarem e terminarem o serviço. Conseguem ser muito mais criativos. Basta querer, estar atento e pesquisar bastante, principalmente em termos de orgasmos femininos. Aposto com vocês que mais de metade (para não ser mázinha e dizer todas) das mulheres que já tiveram, fingiram orgasmos.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Touch

Ouvir-te gemer de prazer é das coisas mais maravilhosas da vida. Oiço o meu nome sussurrado no meu ouvido, "Alice...!" - e deleito-me com algo tão simples quanto isso. Provocas-me e eu gosto. Sinto a paixão a subir dentro de mim, num acumular de desejos súbitos.
Acordo a pensar no que aconteceu, sinto-me escorregadia com as imagens geradas na minha mente. Os gemidos surdos, os toques concretos, os movimentos exactos tão coordenados por um instinto primário. Desço até mim e toco-me, sinto falta do teu calor.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Special needs

Tento afastar-me de ti, és uma tentação complicada. Fico tempos sem te ver na esperança vã que a paixão que me consome acabe em cinzas por falta de alimento. Mas não. Aquilo que me dizes e o que me provocas, é como uma reserva de alimento que me faz continuar acesa, desejando-te uma e outra vez.
Dizes-me palavras sussurradas daquelas que sabes que gosto de ouvir, páras olhando-me directamente nos olhos com um sorriso matreiro, pronto para me deixar em chamas. Sinto-me inundada, pronta para as apagar através do prazer que me proporcionas.
Sinto a tua língua percorrer-me o corpo, apenas por pensar em ti. E o teu cheiro...! Ai o teu cheiro...! Começo a transformar-me numa mulher com necessidades especiais, às quais tento fugir em vão. E ainda bem.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Back in business

Wanna take a picture? Come and get it! ;)

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