terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Desdém
Encaras-me agora com desdém, por ter mudado de continente sem te enviar a brochura do meu destino de férias. Esqueces porém, que estavas noutro continente - e ainda estás - quando pensei que estivesses no mesmo que eu. Esqueces porém o que me dizias. Esqueces porém que sempre me sujeitei a tudo, por ti. No entanto, sabes perfeitamente onde passei o meu Verão inteiro. E sabes perfeitamente que não foi noutro continente. E sim, adoraria passar o meu Inverno onde passei o meu Verão. Já que o sugeriste, és capaz de o encarar? Ou o orgulho desmedido fala mais alto?Ainda assim, continuo a aguardar pelo teu contacto. Aguardo ler-te, ouvir-te, ver-te. Fazes-me falta e a saudade aperta e digas o que disseres, escrevas o que escreveres, estarei aqui de braços abertos para te receber.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Crystal
Ler o pouco que me escreves é como uma gota de água num deserto, quando o que mais desejo é um oásis perdido onde possa matar a minha sede de ti...Não me esqueças, não me deixes sedenta quando te desejo tanto e quando ainda espero ouvir-te tocar, aquela música, nossa, que estavas a aprender a tocar numa passada tarde de Domingo. Lembras-te?
Não silencies, quando tanto há para dizer, quando tanto há a viver. Fazes-me falta. Sinto-me incompleta sem ti, como se fosse areia lentamente a transformar-me num frágil cristal, devido ao calor tórrido de um deserto sem água à vista...
Não silencies, quando tanto há para dizer, quando tanto há a viver. Fazes-me falta. Sinto-me incompleta sem ti, como se fosse areia lentamente a transformar-me num frágil cristal, devido ao calor tórrido de um deserto sem água à vista...
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Do you remember?
Ainda te recordas? De quando trancava o teu corpo junto ao meu, enquanto gemia livremente no teu ouvido? Recordas da minha vã tentativa de dançar contigo num quarto de hotel, quando o que mais desejava era que entrasses em mim? Ainda te lembras, das nossas conversas sussurradas encostados um ao outro na cama, completamente exaustos e extasiados? Recordas ainda a forma de como me venho sempre que me consomes? Das músicas a passarem enquanto o carro segue na estrada, sempre com algum significado na nossa estória? Lembras-te de como te colas a mim que nem uma tatuagem, me beijas sofregamente contra uma qualquer parede, na rua, entre quatro paredes? E não recordas a nossa forma profissional de conversar ao jantar, entre olhares que dizem mais do que a nossa própria voz? Não te lembras das nossas gargalhadas soltas perdidas no ar, a adrenalina a subir com uma batida na porta? Não creio que tenha caído no teu esquecimento, abraçar-me a ti completamente nua, enquanto te beijava suavemente o pescoço até ficares arrepiado. Não posso acreditar que tenhas deixado de recordar a forma como entravas no meu palácio, a forma como numa praia, num carro, numa rua, me despias de preconceitos e a nossa paixão se revelava de forma despreocupada. Não é possível, que esqueças tudo quando tudo está tão vivo na minha mente... Ainda te lembras que me... tal como eu te... a ti?segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Quiet
Continuo com a esperança que me continues a ler, que consigas sentir o que escrevo. Sinto a tua falta sempre que não estás, e mesmo no vazio e no silêncio do meu palácio, ouço a tua voz, o teu sussurro, sinto a minha pele arrepiar-se por quase sentir o teu toque... Fazes-me falta. Ando angustiada com a tua ausência e com memórias demasiado vivas para conseguir aguentar-me sem desesperar. Preciso demasiado de ti, de quando me tomas nos teus braços deixando-me exacerbada. Sinto falta da tua paixão intensa, do teu olhar que me faz tremer os joelhos e sorrir por te ter de novo.Sinto-me desfalecer... como uma folha que cai no Outono e preciso que me dês todo o calor que tens para que me possa sentir viva. Tentei viver sem as nossas loucuras, mas não fui toldada para uma vida normal e socialmente correcta... diz o ditado que bom filho a casa torna... e bom consultor, regressa à Instituição que tanto lhe deu?
domingo, 2 de outubro de 2011
Pain.
Vivo a mil à hora, tentando tudo para conseguir ser feliz sem precisar de ti por perto. Sem ter necessidade de sentir o teu cheiro, de ouvir a tua voz, de olhar nos teus olhos, de rir contigo ou de sentir a tua respiração ofegante no meu ouvido.E tudo o que sinto é uma dor atroz, por ter a sensação que não te vou ver mais, que não me queres por perto mesmo depois de me dizeres que me amas.
Mas ainda assim - e sendo contraditório - fico secretamente a aguardar, a desejar que apareças, que me contactes, que voltes a fazer parte da minha vida porque me fazes falta tal como o oxigénio é imprescindível aos meus pulmões. Não consigo abdicar, prescindir de ti. És-me demasiado importante e por mais tempo que passe, por mais tentativas que já tenha feito para tal, nunca irei conseguir ultrapassar esta lacuna, este vazio quando não estás... Amo-te.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Entras na minha mente sem autorização...
És meu, sou tua. Adoro-te por demais, adoro o teu beijo, o teu toque e sim, tenho as tuas palavras todas guardadas desde há 6 meses para cá, todas as nossas músicas guardadas, todas as loucuras que fizemos e fazemos. Amo-te.
domingo, 10 de julho de 2011
Reencontro
Essa realidade mundana e corpórea, de quotidianos e rotinas, em nada nos pode tocar e abalar. O que existe vai para além da realidade crua. É demasiado sensorial para se deixar abater pelo Mundo que nos rodeia. E, embora ele exista e nada possa ser feito para o eliminar, também reconheço no fundo da minha alma que não poderia ter-te de outra forma.Nada da realidade nos move se assim verificares. Movemo-nos através de sensações, sentimentos, desejos. Nada envolve a tua ou a minha realidade. Somos seres unificados pelo que existe de mais puro, o bem que é amar-te e ser amada por ti. Respiro embora sinta os pulmões pesados e apertados quando não estás. Mas é quando a tua presença existe que tudo faz sentido. Sinto milhares de infímas explosões de prazer, de alegria, de paixão, de amor, de dor (boa - entenda-se - ao sentir os meus pulmões expandirem-se ao sentir a tua essência), vivo tudo na tua presença. Quando não estás, é como que um qualquer emprego enfadonho embora necessário para pagar contas a cada final de mês.
Existo sem ti, mas vivo cada fracção de segundo contigo. A minha aura sensorial amplia-se e fica ao rubro quando te tenho do meu lado, como se nos elevássemos dos próprios corpos. Sinto-o, sempre que voltas e me tomas nos teus braços de forma apaixonada, em que me arrebatas todos os sentidos tornando-o um só centrado em nós. Apraz-me a forma como envolves a minha cintura nos teus braços e me reclamas para ti, em como recuperas cada segundo suspenso no ar até nos reencontrarmos.
Não... definitivamente, nada pode sequer comparar-se ao que existe entre nós. É como que um sortilégio lançado por ambos que não pode ser quebrado. E sei que te tenho neste círculo apenas nosso. Amo-te. Um até breve, até ao nosso reencontro.
sábado, 2 de julho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Paradigmas
Estou aparentemente tranquila no meu palácio imaculado, mas no meu interior gira incessantemente um corropio de emoções que me toldam a alma e o meu raciocínio. Pondero no que desejo para mim, mas amor e paixão, certo e errado não páram nos seus devidos lugares e deixam-me enleada sem saber o que pensar, desejar, decidir.É certo que aos olhos da racionalidade te amo e que é o sentimento errado. Mas também é certo que aos olhos da emoção, a paixão tem sempre levado a melhor e me tenha entregue a ti sempre sem pensar que mais tarde viria a ficar encurralada num torbilhão de emoções e sentimentos contra os quais não consigo lutar.
Sinto, no fundo da minha alma, que te desejo. Que quero estar contigo a toda a hora, que me falta o oxigénio quando estás tempo demais longe de mim. Mas a tua ausência também me permite raciocinar. Lentamente, o véu da paixão começa a dissipar-se e começo a encarar a realidade. Sou tua tal como tu és meu, mas apenas quando estamos os dois, frente a frente, sozinhos. Nessa altura nada mais é real. Existimos apenas nós.
Mas a realidade é que existe muito mais que nos rodeia. Existe um quotidiano implacável, que me puxa à Terra e me impede de sonhar. Que me mostra a dureza da realidade tal como ela é.
Ambos temos noção das limitações existentes, tanto para um como para outro e nenhum de nós está capaz de arriscar. Tu não arriscas o teu mundo próprio, eu não arrisco confiar em ti.
Pediste-me e admiti-o com toda a sinceridade existente na minha alma, e embora com a voz embargada pela emoção que senti, proferi que te Amo. No entanto ao admiti-lo, foi como se tivesse levado uma bofetada que me acordou.
Quem és? Reconheço que quase nada sei a teu respeito e que permiti que o meu lado emocional fosse longe demais sem ter o meu raciocínio no outro lado da balança. A noção dessa realidade prendeu-me ao chão e deixou-me apreensiva. Sinto-me a ser rodeada por uma sensação doce e fria, já que não consigo descortinar se o facto de me manter contigo como estou, vai ser o início de algo bom para ambos ou o meu fim por mergulhar demais em oceano aberto, sem barco algum à vista para me socorrer. E a sensação de afogamento, embora irreal, sufoca-me a alma por me sentir sem esperanças - estas reais - de que haja realmente alguém disposto a socorrer-me num oceano agitado, para que me faculte uma sensação doce e quente, como a paz de um cobertor aconchegante depois de uma altura conturbada.
sábado, 11 de junho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Only you
Podia dedicar-te algo, uma música, um poema. Mas não pretendo palavras alheias. Quero que, além de sentires quando estás diante de mim, saibas e tenhas as minhas palavras gravadas na tua mente.Tornaste-me uma mulher crente no sentimento sincero entre seres humanos, sem demais exigências, que vive a vida através de momentos especiais que têm mais significado que anos inteiros de vida arrastada sem eles. Gravo todos eles, como faço com as tuas palavras. És-me especial. Adoro o teu beijo, o teu toque, o teu sussurro, as tuas palavras, o teu olhar. Tens um timming certo e parece que me lês o pensamento, sempre que me dizes que me desejas, que sou viciante, que me adoras, quando me chamas de amor.
Deliro com o prazer que me dás, mas muito além do sexo maravilhoso que me proporcionas, é o prazer de te ter presente na minha vida, desta forma única e após 15 anos sem nos vermos. Sinto-me feliz, aluada, sempre de sorriso no rosto e brilho no olhar.
Como te disse ontem, faria e faço tudo para te manteres presente na minha vida. Tanto temos ainda por viver, tanto para dar e receber. Sou completamente apaixonada por ti e nada nem ninguém conseguirá mudar o que sinto.
Gosto de te olhar nos olhos e ver-te retribuir de olhar terno, enquanto passo um dedo pelos teus lábios e o beijas levemente, gosto da nossa sintonia, da forma como nos consumimos apaixonadamente após um intervalo de ausência. Gosto de ser a tua princesa e de cometer loucuras contigo. Gosto-te demais, ao ponto de me sentir a mulher mais feliz do mundo, mesmo quando estou a sentir a tua falta.
Um dia, quando sentir e me disseres que não há risco algum, talvez te diga que te... , tal como tu o escreveste só para mim.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Time goes by
O tempo vai passando devagar, demasiado devagar. Devia correr de forma vertiginosa para que eu não conseguisse sequer lembrar-me de ti. Mas isso não ocorre, é como que propositadamente demorado para que me lembre de tudo e com todos os detalhes, tudo o que vivemos. O bom, o menos bom. Não sei é correcto manter-me neste limbo quando sei e sinto no fundo que vou acabar num abismo.Sinto a tua falta. Sinto falta de um passado não muito distante. Sinto falta das conversas despreocupadas sem motivos de aborrecimento. Do riso simples, dos olhares trocados.
Corro no meu dia-a-dia de modo a manter-me ocupada. A não pensar sequer. Saio e vou conversando no carro, muito, na tentativa de me manter distraída do motivo pelo qual sinto o peito apertado. Não te vejo há algum tempo e essa sensação causa-me desconforto. E porquê? É de todo impossível, imaginar a minha vida do teu lado. Por mais belo que possa parecer, ao olhos utópicos das nossas almas, a racionalidade trava qualquer sonho a essa hipótese. Já o escrevi uma vez, e volto a escrevê-lo: Podíamos ser tanto... mas não um do outro.
domingo, 1 de maio de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Insane emotion
Marcaste-me. Para sempre. Nunca, jamais vou conseguir esquecer-te. És tudo, numa medida que por mais errada que possa parecer, é perfeita. Sinto a tua falta, fico com a respiração como que suspensa até te ver novamente. Sinto aquela necessidade de atirar tudo no vazio e correr para ti, mas não o faço. Amo por demais a sensação de sentir a tua falta, mais do que o querer estar do teu lado todos os dias, correndo o risco de perder esta sede de ti.Apreciei a nossa noite. A nossa reunião de negócios, o casual chic sem roupa interior, o teu sorriso, a tua mão na minha, a tua voz dizendo-me discretamente "Adoro-te, sabias?"... Não me sais da cabeça. Quero-te, desejo-te uma e outra vez. Acordar do teu lado foi algo que não esperava de forma tão repentina e adorei cada minuto que estive contigo, de poder tocar-te levemente no rosto, sem pressas nem horários. Também tu és perfeito à medida do que preciso. Também eu não sei onde esta viagem nos leva, mas que não tenha destino à vista. Gosto-te demais e sempre que penso em ti sinto as minhas borboletas no estomago, mesmo já tendo passado todo este tempo. És único, és meu.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Escreve...
... para mim. Cabeça, tronco e membros. Não quero palavras alheias, quero as tuas. Quero um cenário idealizado por ti, uma noite, um dia, várias noites, vários dias. Mostra-me o quanto me desejas, o quanto me queres. Quero ler-te. O email está aí no lado direito. Quando me escreveres, publicá-lo-ei aqui.terça-feira, 22 de março de 2011
Despida

Gosto que gostes de me ver e de me sentir completamente nua. De te encostares a mim e sentir o teu calor, o teu toque. Aprecio ainda mais o teu à vontade na cama, oiço-te gemer, alto, baixo, sussurras no meu ouvido e movimentas-te sempre na perfeição. Muito complicado, encontrar quem encaixe connosco desta forma. Na cama, a conversar, a brincar, a rir. Talvez por isso sinta tanto a tua falta. Do que me dás e do que ainda não me deste. Sinto falta do teu beijo suave, do teu beijo ansioso, sinto falta das tuas mãos tanto a prenderem-me com força, como a deslizarem pelo meu corpo suavemente. Sinto falta do sol e da rua, de poder andar, correr, sem demais justificações a ninguém. Dizes-me que o navio partiu do cais, que será uma questão apenas de tempo, mas tenho pavor que ele naufrague pelo caminho. "És viciante" - Dizes-me. Mas tu também o és... e Julho será terrível para mim, porque estar tanto tempo sem te ver, sem saber de ti, vai fazer doer-me a alma. Quero sentir-te colado a mim, como uma tatuagem tão fantástica que não conseguímos parar de a apreciar. Nunca, jamais, voltes a duvidar do que sinto. Porque fico ansiosa só por te ver partir com um até já. Doi-me o peito por ser uma incógnita a próxima vez. Adoro ouvir-te, adoro a tua boa disposição, a tua voz. Quero-te em todos os locais, sem demais preocupações, mesmo correndo o risco desta paixão me poder vir a destruir por dentro.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Miss you
Sinto falta da costa vicentina. Sinto falta do teu beijo. Sinto falta do teu toque. Sinto falta do teu abraço. Sinto falta das tuas palavras. Sinto falta do teu corpo colado ao meu. Sinto falta do teu sorriso. Sinto falta dos teus gemidos. Sinto falta do teu calor no meu corpo. Sinto falta do que ainda não me deste. Sinto falta do nós. Quero-te cada vez mais. A minha decisão foi tomada.
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