segunda-feira, 24 de outubro de 2011

You make me happy

Voltar a sentir o teu calor, o teu beijo, o teu corpo junto ao meu é algo que nem consigo colocar em palavras. Senti a tua falta, imenso! Continuas viciante, adoro o teu cheiro e a forma com que me arrebatas quando chegas. Deixo-te um até breve e um beijo doce e suave nos teus lábios.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A nossa história não termina agora...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Busy (for me)...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Desdém

Encaras-me agora com desdém, por ter mudado de continente sem te enviar a brochura do meu destino de férias. Esqueces porém, que estavas noutro continente - e ainda estás - quando pensei que estivesses no mesmo que eu. Esqueces porém o que me dizias. Esqueces porém que sempre me sujeitei a tudo, por ti. No entanto, sabes perfeitamente onde passei o meu Verão inteiro. E sabes perfeitamente que não foi noutro continente. E sim, adoraria passar o meu Inverno onde passei o meu Verão. Já que o sugeriste, és capaz de o encarar? Ou o orgulho desmedido fala mais alto?
Recorda no entanto, que eu fui sempre o teu destino de férias, nunca o teu regresso a casa. Como me julgas com esses telhados de papel?

Ainda assim, continuo a aguardar pelo teu contacto. Aguardo ler-te, ouvir-te, ver-te. Fazes-me falta e a saudade aperta e digas o que disseres, escrevas o que escreveres, estarei aqui de braços abertos para te receber.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Crystal

Ler o pouco que me escreves é como uma gota de água num deserto, quando o que mais desejo é um oásis perdido onde possa matar a minha sede de ti...
Não me esqueças, não me deixes sedenta quando te desejo tanto e quando ainda espero ouvir-te tocar, aquela música, nossa, que estavas a aprender a tocar numa passada tarde de Domingo. Lembras-te?
Não silencies, quando tanto há para dizer, quando tanto há a viver. Fazes-me falta. Sinto-me incompleta sem ti, como se fosse areia lentamente a transformar-me num frágil cristal, devido ao calor tórrido de um deserto sem água à vista...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Do you remember?

Ainda te recordas? De quando trancava o teu corpo junto ao meu, enquanto gemia livremente no teu ouvido? Recordas da minha vã tentativa de dançar contigo num quarto de hotel, quando o que mais desejava era que entrasses em mim? Ainda te lembras, das nossas conversas sussurradas encostados um ao outro na cama, completamente exaustos e extasiados? Recordas ainda a forma de como me venho sempre que me consomes? Das músicas a passarem enquanto o carro segue na estrada, sempre com algum significado na nossa estória? Lembras-te de como te colas a mim que nem uma tatuagem, me beijas sofregamente contra uma qualquer parede, na rua, entre quatro paredes? E não recordas a nossa forma profissional de conversar ao jantar, entre olhares que dizem mais do que a nossa própria voz? Não te lembras das nossas gargalhadas soltas perdidas no ar, a adrenalina a subir com uma batida na porta? Não creio que tenha caído no teu esquecimento, abraçar-me a ti completamente nua, enquanto te beijava suavemente o pescoço até ficares arrepiado. Não posso acreditar que tenhas deixado de recordar a forma como entravas no meu palácio, a forma como numa praia, num carro, numa rua, me despias de preconceitos e a nossa paixão se revelava de forma despreocupada. Não é possível, que esqueças tudo quando tudo está tão vivo na minha mente... Ainda te lembras que me... tal como eu te... a ti?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Quiet

Continuo com a esperança que me continues a ler, que consigas sentir o que escrevo. Sinto a tua falta sempre que não estás, e mesmo no vazio e no silêncio do meu palácio, ouço a tua voz, o teu sussurro, sinto a minha pele arrepiar-se por quase sentir o teu toque... Fazes-me falta. Ando angustiada com a tua ausência e com memórias demasiado vivas para conseguir aguentar-me sem desesperar. Preciso demasiado de ti, de quando me tomas nos teus braços deixando-me exacerbada. Sinto falta da tua paixão intensa, do teu olhar que me faz tremer os joelhos e sorrir por te ter de novo.
Sinto-me desfalecer... como uma folha que cai no Outono e preciso que me dês todo o calor que tens para que me possa sentir viva. Tentei viver sem as nossas loucuras, mas não fui toldada para uma vida normal e socialmente correcta... diz o ditado que bom filho a casa torna... e bom consultor, regressa à Instituição que tanto lhe deu?

domingo, 2 de outubro de 2011

Pain.

Vivo a mil à hora, tentando tudo para conseguir ser feliz sem precisar de ti por perto. Sem ter necessidade de sentir o teu cheiro, de ouvir a tua voz, de olhar nos teus olhos, de rir contigo ou de sentir a tua respiração ofegante no meu ouvido.
E tudo o que sinto é uma dor atroz, por ter a sensação que não te vou ver mais, que não me queres por perto mesmo depois de me dizeres que me amas.
Mas ainda assim - e sendo contraditório - fico secretamente a aguardar, a desejar que apareças, que me contactes, que voltes a fazer parte da minha vida porque me fazes falta tal como o oxigénio é imprescindível aos meus pulmões. Não consigo abdicar, prescindir de ti. És-me demasiado importante e por mais tempo que passe, por mais tentativas que já tenha feito para tal, nunca irei conseguir ultrapassar esta lacuna, este vazio quando não estás... Amo-te.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

So sad to let you go...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Entras na minha mente sem autorização...

És meu, sou tua. Adoro-te por demais, adoro o teu beijo, o teu toque e sim, tenho as tuas palavras todas guardadas desde há 6 meses para cá, todas as nossas músicas guardadas, todas as loucuras que fizemos e fazemos. Amo-te.

domingo, 10 de julho de 2011

Reencontro

Essa realidade mundana e corpórea, de quotidianos e rotinas, em nada nos pode tocar e abalar. O que existe vai para além da realidade crua. É demasiado sensorial para se deixar abater pelo Mundo que nos rodeia. E, embora ele exista e nada possa ser feito para o eliminar, também reconheço no fundo da minha alma que não poderia ter-te de outra forma.
Nada da realidade nos move se assim verificares. Movemo-nos através de sensações, sentimentos, desejos. Nada envolve a tua ou a minha realidade. Somos seres unificados pelo que existe de mais puro, o bem que é amar-te e ser amada por ti. Respiro embora sinta os pulmões pesados e apertados quando não estás. Mas é quando a tua presença existe que tudo faz sentido. Sinto milhares de infímas explosões de prazer, de alegria, de paixão, de amor, de dor (boa - entenda-se - ao sentir os meus pulmões expandirem-se ao sentir a tua essência), vivo tudo na tua presença. Quando não estás, é como que um qualquer emprego enfadonho embora necessário para pagar contas a cada final de mês.
Existo sem ti, mas vivo cada fracção de segundo contigo. A minha aura sensorial amplia-se e fica ao rubro quando te tenho do meu lado, como se nos elevássemos dos próprios corpos. Sinto-o, sempre que voltas e me tomas nos teus braços de forma apaixonada, em que me arrebatas todos os sentidos tornando-o um só centrado em nós. Apraz-me a forma como envolves a minha cintura nos teus braços e me reclamas para ti, em como recuperas cada segundo suspenso no ar até nos reencontrarmos.
Não... definitivamente, nada pode sequer comparar-se ao que existe entre nós. É como que um sortilégio lançado por ambos que não pode ser quebrado. E sei que te tenho neste círculo apenas nosso. Amo-te. Um até breve, até ao nosso reencontro.

sábado, 2 de julho de 2011

I Miss You

How long will I have to wait until I can finally say: "I missed you"?

domingo, 19 de junho de 2011

A Alice morreu.

O oxigénio terminou.

sábado, 18 de junho de 2011

Paradigmas

Estou aparentemente tranquila no meu palácio imaculado, mas no meu interior gira incessantemente um corropio de emoções que me toldam a alma e o meu raciocínio. Pondero no que desejo para mim, mas amor e paixão, certo e errado não páram nos seus devidos lugares e deixam-me enleada sem saber o que pensar, desejar, decidir.
É certo que aos olhos da racionalidade te amo e que é o sentimento errado. Mas também é certo que aos olhos da emoção, a paixão tem sempre levado a melhor e me tenha entregue a ti sempre sem pensar que mais tarde viria a ficar encurralada num torbilhão de emoções e sentimentos contra os quais não consigo lutar.
Sinto, no fundo da minha alma, que te desejo. Que quero estar contigo a toda a hora, que me falta o oxigénio quando estás tempo demais longe de mim. Mas a tua ausência também me permite raciocinar. Lentamente, o véu da paixão começa a dissipar-se e começo a encarar a realidade. Sou tua tal como tu és meu, mas apenas quando estamos os dois, frente a frente, sozinhos. Nessa altura nada mais é real. Existimos apenas nós.
Mas a realidade é que existe muito mais que nos rodeia. Existe um quotidiano implacável, que me puxa à Terra e me impede de sonhar. Que me mostra a dureza da realidade tal como ela é.
Ambos temos noção das limitações existentes, tanto para um como para outro e nenhum de nós está capaz de arriscar. Tu não arriscas o teu mundo próprio, eu não arrisco confiar em ti.
Pediste-me e admiti-o com toda a sinceridade existente na minha alma, e embora com a voz embargada pela emoção que senti, proferi que te Amo. No entanto ao admiti-lo, foi como se tivesse levado uma bofetada que me acordou.
Quem és? Reconheço que quase nada sei a teu respeito e que permiti que o meu lado emocional fosse longe demais sem ter o meu raciocínio no outro lado da balança. A noção dessa realidade prendeu-me ao chão e deixou-me apreensiva. Sinto-me a ser rodeada por uma sensação doce e fria, já que não consigo descortinar se o facto de me manter contigo como estou, vai ser o início de algo bom para ambos ou o meu fim por mergulhar demais em oceano aberto, sem barco algum à vista para me socorrer. E a sensação de afogamento, embora irreal, sufoca-me a alma por me sentir sem esperanças - estas reais - de que haja realmente alguém disposto a socorrer-me num oceano agitado, para que me faculte uma sensação doce e quente, como a paz de um cobertor aconchegante depois de uma altura conturbada.

sábado, 11 de junho de 2011

Sonho interrompido.


Onde é que ficámos, mesmo?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Only you

Podia dedicar-te algo, uma música, um poema. Mas não pretendo palavras alheias. Quero que, além de sentires quando estás diante de mim, saibas e tenhas as minhas palavras gravadas na tua mente.
Tornaste-me uma mulher crente no sentimento sincero entre seres humanos, sem demais exigências, que vive a vida através de momentos especiais que têm mais significado que anos inteiros de vida arrastada sem eles. Gravo todos eles, como faço com as tuas palavras. És-me especial. Adoro o teu beijo, o teu toque, o teu sussurro, as tuas palavras, o teu olhar. Tens um timming certo e parece que me lês o pensamento, sempre que me dizes que me desejas, que sou viciante, que me adoras, quando me chamas de amor.
Deliro com o prazer que me dás, mas muito além do sexo maravilhoso que me proporcionas, é o prazer de te ter presente na minha vida, desta forma única e após 15 anos sem nos vermos. Sinto-me feliz, aluada, sempre de sorriso no rosto e brilho no olhar.
Como te disse ontem, faria e faço tudo para te manteres presente na minha vida. Tanto temos ainda por viver, tanto para dar e receber. Sou completamente apaixonada por ti e nada nem ninguém conseguirá mudar o que sinto.
Gosto de te olhar nos olhos e ver-te retribuir de olhar terno, enquanto passo um dedo pelos teus lábios e o beijas levemente, gosto da nossa sintonia, da forma como nos consumimos apaixonadamente após um intervalo de ausência. Gosto de ser a tua princesa e de cometer loucuras contigo. Gosto-te demais, ao ponto de me sentir a mulher mais feliz do mundo, mesmo quando estou a sentir a tua falta.

Um dia, quando sentir e me disseres que não há risco algum, talvez te diga que te... , tal como tu o escreveste só para mim.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Time goes by

O tempo vai passando devagar, demasiado devagar. Devia correr de forma vertiginosa para que eu não conseguisse sequer lembrar-me de ti. Mas isso não ocorre, é como que propositadamente demorado para que me lembre de tudo e com todos os detalhes, tudo o que vivemos. O bom, o menos bom. Não sei é correcto manter-me neste limbo quando sei e sinto no fundo que vou acabar num abismo.
Sinto a tua falta. Sinto falta de um passado não muito distante. Sinto falta das conversas despreocupadas sem motivos de aborrecimento. Do riso simples, dos olhares trocados.
Corro no meu dia-a-dia de modo a manter-me ocupada. A não pensar sequer. Saio e vou conversando no carro, muito, na tentativa de me manter distraída do motivo pelo qual sinto o peito apertado. Não te vejo há algum tempo e essa sensação causa-me desconforto. E porquê? É de todo impossível, imaginar a minha vida do teu lado. Por mais belo que possa parecer, ao olhos utópicos das nossas almas, a racionalidade trava qualquer sonho a essa hipótese. Já o escrevi uma vez, e volto a escrevê-lo: Podíamos ser tanto... mas não um do outro.

domingo, 1 de maio de 2011

Sente come fuoco, sono cosÍ innamorata di te.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Insane emotion

Marcaste-me. Para sempre. Nunca, jamais vou conseguir esquecer-te. És tudo, numa medida que por mais errada que possa parecer, é perfeita. Sinto a tua falta, fico com a respiração como que suspensa até te ver novamente. Sinto aquela necessidade de atirar tudo no vazio e correr para ti, mas não o faço. Amo por demais a sensação de sentir a tua falta, mais do que o querer estar do teu lado todos os dias, correndo o risco de perder esta sede de ti.
Apreciei a nossa noite. A nossa reunião de negócios, o casual chic sem roupa interior, o teu sorriso, a tua mão na minha, a tua voz dizendo-me discretamente "Adoro-te, sabias?"... Não me sais da cabeça. Quero-te, desejo-te uma e outra vez. Acordar do teu lado foi algo que não esperava de forma tão repentina e adorei cada minuto que estive contigo, de poder tocar-te levemente no rosto, sem pressas nem horários. Também tu és perfeito à medida do que preciso. Também eu não sei onde esta viagem nos leva, mas que não tenha destino à vista. Gosto-te demais e sempre que penso em ti sinto as minhas borboletas no estomago, mesmo já tendo passado todo este tempo. És único, és meu.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Escreve...

... para mim. Cabeça, tronco e membros. Não quero palavras alheias, quero as tuas. Quero um cenário idealizado por ti, uma noite, um dia, várias noites, vários dias. Mostra-me o quanto me desejas, o quanto me queres. Quero ler-te. O email está aí no lado direito. Quando me escreveres, publicá-lo-ei aqui.

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