
sábado, 31 de dezembro de 2011
New Year's decisions.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Palavras vazias

Tomaste a tua opção. E não da melhor forma. Mas não há nada a fazer. Cada ser é único e toma as decisões conforme lhe convém. Da minha parte, irei apagar tudo. Existirás apenas na memória como um rapazito que pouco ou nada reparei na sua presença nos tempos de escola.
Refiro-me muitas vezes a este ano que termina como o pior da minha vida. E a forma como esta etapa contigo termina faz-me crer que nada neste ano valeu a pena. Foram apenas desilusões, muitas complicações e vivências de doces mentiras que servem apenas para magoar a alma.
Tantas vezes te disse o que não te queria dizer. Disseste-me para o fazer, que dirias o mesmo, mas foram apenas palavras vazias levadas pelo vento no segundo seguinte. Mas não choro, não vou sequer recordar como boas memórias. Não prestas e sempre o admitiste é certo. E por isso não te quero sequer na minha memória. Esquecerei passeios, jantares, palavras, loucuras. Arrancar-te-ei do peito e da alma sem o mínimo remorso.
Viver é etecetera e tu, que tanto me disseste e escreveste, não estarás mais lá. Nevermind, I’ll find someone better than you, o que não é muito complicado.
Lembra-te apenas de uma coisa que me deu um prazer tremendo. Quebrei a tua regra de “quem termina sou eu, nunca ninguém termina comigo”. Parti sem ter tempo de te enviar a brochura com o meu destino de férias, mas foram umas férias muito boas onde fui apreciada de corpo e alma. Nunca foram palavras ou acções vazias para alimentar o ego alheio.
O teu contrato termina aqui. E nem por sombras voltarei a reconsiderá-lo.
domingo, 25 de dezembro de 2011
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
Awkward
sábado, 12 de novembro de 2011
Velvet

Alimentas-me de adrenalina, pegas-me no colo mesmo ambos sendo um só, ligados por uma paixão crescente. Mantemo-nos em silêncio, o nossos olhares, os toques dizem tudo por nós. Explodimos uma e outra vez e caímos exaustos na cama, mesmo sem sentir a brisa fria do Inverno que se aproxima. Passas-me a mão no rosto, colocas mais uma novidade musical que dita tanto a nosso respeito enquanto fico a sorrir para ti. Passas as mãos pelas minhas pernas, suaves como veludo e vais beijando-me terna e lentamente.
Sinto o peito apertado, a vontade gritante de dizer que te amo, mas mantenho-me silenciosa... Nenhuma palavra representa o que sinto de forma tão perfeita quanto o meu olhar. Sorris enquanto fechas os olhos e percorres todo o meu corpo com os teus lábios... Entendes o que me vai na alma.
Ficas momentaneamente alheado, quando encontras o meu vestido a repousar na minha cama. Pedes-me as mãos para me ergueres. Aprecias-me de alto a baixo e voltas à entrada do meu palácio. Regressas com uma caixa sóbria com um laço de seda e pedes-me para a abrir: - "Esta noite é muito especial, Alice. Quero que uses este presente hoje." - puxo a fita de seda e abro a caixa para afastar o papel suave e fusco do interior. Encontro uma lingerie, acetinada com pormenores em renda e no centro desta, uma caixa pequena em veludo azul escuro. Olho-te interrogativa, mas apenas me respondes com um sorriso e com um olhar encorajador.
Abro-a e fico estonteada. Um fio, muito fino apenas com o infinito no centro, em brilhantes. - "Algo muito simples, mas com um valor que espero ser sentimentalmente incalculável. Realça ainda mais a tua beleza natural, juntamente com o vestido que escolheste para hoje." - Beijas-me os lábios de forma doce e terna enquanto me viras de costas para ti e pedes-me para apanhar o cabelo. Colocas-me o fio à medida que me beijas no pescoço. Toco neste símbolo de infinito, compreendendo que apenas o terei no meu pescoço estando única e apenas contigo. (...)
domingo, 6 de novembro de 2011
Noite embriagada

Memories

sábado, 29 de outubro de 2011
Cold

Sinto falta do que eras, e peço tão pouco...
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
You make me happy

quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Desdém
Encaras-me agora com desdém, por ter mudado de continente sem te enviar a brochura do meu destino de férias. Esqueces porém, que estavas noutro continente - e ainda estás - quando pensei que estivesses no mesmo que eu. Esqueces porém o que me dizias. Esqueces porém que sempre me sujeitei a tudo, por ti. No entanto, sabes perfeitamente onde passei o meu Verão inteiro. E sabes perfeitamente que não foi noutro continente. E sim, adoraria passar o meu Inverno onde passei o meu Verão. Já que o sugeriste, és capaz de o encarar? Ou o orgulho desmedido fala mais alto?quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Crystal
Ler o pouco que me escreves é como uma gota de água num deserto, quando o que mais desejo é um oásis perdido onde possa matar a minha sede de ti...Não silencies, quando tanto há para dizer, quando tanto há a viver. Fazes-me falta. Sinto-me incompleta sem ti, como se fosse areia lentamente a transformar-me num frágil cristal, devido ao calor tórrido de um deserto sem água à vista...
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Do you remember?
Ainda te recordas? De quando trancava o teu corpo junto ao meu, enquanto gemia livremente no teu ouvido? Recordas da minha vã tentativa de dançar contigo num quarto de hotel, quando o que mais desejava era que entrasses em mim? Ainda te lembras, das nossas conversas sussurradas encostados um ao outro na cama, completamente exaustos e extasiados? Recordas ainda a forma de como me venho sempre que me consomes? Das músicas a passarem enquanto o carro segue na estrada, sempre com algum significado na nossa estória? Lembras-te de como te colas a mim que nem uma tatuagem, me beijas sofregamente contra uma qualquer parede, na rua, entre quatro paredes? E não recordas a nossa forma profissional de conversar ao jantar, entre olhares que dizem mais do que a nossa própria voz? Não te lembras das nossas gargalhadas soltas perdidas no ar, a adrenalina a subir com uma batida na porta? Não creio que tenha caído no teu esquecimento, abraçar-me a ti completamente nua, enquanto te beijava suavemente o pescoço até ficares arrepiado. Não posso acreditar que tenhas deixado de recordar a forma como entravas no meu palácio, a forma como numa praia, num carro, numa rua, me despias de preconceitos e a nossa paixão se revelava de forma despreocupada. Não é possível, que esqueças tudo quando tudo está tão vivo na minha mente... Ainda te lembras que me... tal como eu te... a ti?segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Quiet
Continuo com a esperança que me continues a ler, que consigas sentir o que escrevo. Sinto a tua falta sempre que não estás, e mesmo no vazio e no silêncio do meu palácio, ouço a tua voz, o teu sussurro, sinto a minha pele arrepiar-se por quase sentir o teu toque... Fazes-me falta. Ando angustiada com a tua ausência e com memórias demasiado vivas para conseguir aguentar-me sem desesperar. Preciso demasiado de ti, de quando me tomas nos teus braços deixando-me exacerbada. Sinto falta da tua paixão intensa, do teu olhar que me faz tremer os joelhos e sorrir por te ter de novo.Sinto-me desfalecer... como uma folha que cai no Outono e preciso que me dês todo o calor que tens para que me possa sentir viva. Tentei viver sem as nossas loucuras, mas não fui toldada para uma vida normal e socialmente correcta... diz o ditado que bom filho a casa torna... e bom consultor, regressa à Instituição que tanto lhe deu?
domingo, 2 de outubro de 2011
Pain.
Vivo a mil à hora, tentando tudo para conseguir ser feliz sem precisar de ti por perto. Sem ter necessidade de sentir o teu cheiro, de ouvir a tua voz, de olhar nos teus olhos, de rir contigo ou de sentir a tua respiração ofegante no meu ouvido.


