quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Warm

Encostas-te a mim lentamente, tocando-me ao de leve. Sinto a tua respiração colada à minha boca. Lábios que se roçam, pontas de dedos que deslizam. Sinto o meu coração palpitar em cada batida, mas não te tomo de assalto. Delicias-me com a tua subtileza de toque, de olhar, de sorrir. Quase não proferimos uma palavra desde que entraste no meu palácio. Retiras-me apenas as roupas que caem no chão, mas nem tão pouco sinto o frio gélido deste Inverno. Invades-me corpo e alma com o teu calor e cada centímetro de mim exala o calor crescente da paixão abrasadora que nos envolve.
Sussurras-me ao ouvido passando a língua pelos lábios à medida que me envolves nos teus braços. Sinto-me flutuante, inebriada com as tuas palavras apenas minhas. Pegas-me no colo e levas-me para o quarto onde continuas todos os teus jogos terna e suavemente. Não me beijas sofregamente, não entras em mim com força. Limitas-te a deitar-te ao meu lado enquanto vais deslizando os teus dedos pelo meu corpo, enquanto a ponta da tua língua me vai provocando arrepios enquanto descobre cada recanto de pele aveludada. Começo a sentir-me febril, abraço-te fortemente demonstrando-te a urgência em te ter por inteiro e aí... beijas-me como se há muito não nos víssemos, como se de uma despedida forçada e inevitável se tratasse, beijas-me com toda a paixão que me tens num beijo improvisado embora incrivelmente perfeito. Sinto-te crescer contra mim enquanto me beijas o ventre e vais descendo. Descobres-me apaixonada, inundada de desejo e entras com a mesma urgência que tenho em te receber.
És o meu homem, distinto, apaixonado, discreto, refinado, cavalheiro, masculino, educado, divertido, sedutor. Apaixono-me por ti a cada minuto, como se fosse a primeira vez.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Waiting

Aguardo pacientemente pelo teu regresso, contando cada segundo ansiosa. Agrada-me que me transportes para esse cenário só teu, onde nos encontramos no silêncio das nossas próprias palavras. Vivê-las, saboreá-las, tem para mim um significado especial dentro da suite do meu palácio. Tento descortinar o que me farás viver, ficando com a respiração suspensa até à tua chegada. Demoras muito?

sábado, 7 de janeiro de 2012

Boiling Point

Estou ardente, exigente. Anseio pela tua chegada e sinto-me escorregadia na expectativa de te ver. Desejo-te, todos os meus poros respiram na antecipação do prazer que quero sentir contigo. Sinto-me arrepiada, impaciente. Percorro o meu palácio no nervoso miudinho de ouvir uma batida na porta. Quero envolver-te nos meus braços, atirar-te na minha cama, colocar um pé de salto alto no teu peito e pedir-te sem proferir uma única palavra que me tomes. Quero que aprecies o dourado dos meus cabelos, a linha ténue do meu eye liner, o brilho suave de um gloss nos meus lábios, a sexualidade que a minha lingerie impõe, a suavidade da minha pele, o mistério do meu sorriso. Mantém-me em Wonderland.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Foste, És e Sempre Serás

O meu sonho. És quem me aquece, quem me arrepia. Quem me faz sorrir e quem me seduz. És quem me dá prazer, quem me deixa inebriada. És com quem fantasio, és o meu porto de abrigo. És quem chora comigo, és quem me levanta, és a minha força, o meu pilar. És a minha dor de cabeça, o meu enigma. És quem mais me deixa intrigada e deliciada. És o motivo da minha ira, a razão da minha revolta. És a minha noite mal dormida, o meu sono profundo. És a minha falta de quotidiano, és o meu segredo entre quatro paredes. És a minha libertação, a minha falta de pudor. És a minha gargalhada mais contagiante, o meu beicinho sedutor. És o meu beijo de baton num simples papel, és o perfume delicioso que me cobre a pele. És a minha beleza revigorada, és o optimismo de cada dia. És a saudade que deixas quando não estás, és a confiança de saber que és meu. És a razão do meu ronronar, do meu assanhamento. Inspiras-me e sou tudo isto sem ainda te ter. Fará quando tiver.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Feliz 2012, what's your number?

Feliz 2012 meus leitores!
Vi recentemente um filme, onde contam os ex's. Será o número indicador de algo? Que somos extremamente sedutores? Ou mais no caso das mulheres, somos consideradas pela sociedade como putas por termos tido demasiados amantes? Que brincamos com os sentimentos alheios? Será azar de falharmos tantas vezes na procura de uma hipotética alma gémea? Ou acontece simplesmente? E afinal, o que será um número demasiado alto ou baixo? Existe um número ideal?
Claro que eu mesma fiz as minhas contas. E é bem possível que me tenha esquecido de um ou outro caso de "one night stand". Quem nunca as teve? Confesso que não as aprecio, mas por vezes acontece e não há nada a fazer. E foi curioso relembrar as minhas situações passadas, uma a uma. Relembrar o que gostei, o que não gostei, as que me fazem ter saudades e as que adoraria mesmo esquecer.
E há aquelas, em que nos dedicamos com uma ternura especial. Aquelas que, mesmo não acreditando muito, damos nova chance de correr bem. A ti, veremos como tencionas reconquistar a Alice. Como te disse, depende apenas de ti. E sim, já tenho saudades tuas, da tua calma, da tua despreocupação, no teu riso simples e inocente. Tens uma vantagem a teu favor; as minhas exigências caíram por terra. Prefiro o real e simples, que a mentira extremamente ornamentada. Bem-vindo 2012, e bem-vindo a ti, novamente.

sábado, 31 de dezembro de 2011

New Year's decisions.

Adoro a forma como me fazes rir, amo a forma que me amas. Mas eu não te amo, nem nunca amei... Desculpa. A vida é ingrata, para mim, para ti... Mas prefiro estar sozinha a viver uma mentira. Detesto mentiras. Nem tão pouco consigo entender ou explicar como me permiti viver esta mentira por tanto tempo. Como tu próprio disseste, por vezes o que fazemos de errado regressa, e o que fizemos para prejudicar alguém, acaba eventualmente por nos prejudicar a nós. What goes around, comes around... Nunca foi minha intenção fazer-te sentir miserável, mas aconteceu. E a vida continua, o novo ano está à porta e temos de seguir em frente. Até eu estou ferida. Cruzamos a nossa vida com tantas pessoas diferentes... Algumas boas, outras más. Mas o meu bom não será necessariamente o teu. Tens de te entregar mais às pessoas, assim como te entregaste a mim. Certamente encontrarás quem te faça feliz num Mundo repleto de pessoas diferentes.
Quanto a mim... é uma das minhas decisões para 2012. Me, myself and I. Decidi fechar-me no meu próprio mundo novamente. Não pretendo que ninguém volte a entrar nele. Permiti, falhei, saí magoada. Chega.
E eu sou tanta coisa... Sou fantástica, sedutora, sexy, inteligente, carinhosa, responsável, organizada, simpática, louca, refilona, exigente. 2012 aproxima-se e precisamente um ano depois da minha principal mudança de vida, irei realizar outra. Irei estar centrada em mim, na minha vida. Não voltarei a permitir doces mentiras no meu ouvido de modo a viver uma ilusão longa ou reduzida.
A Alice continuará. Sorridente com o brilho do sol estampado no seu olhar. E tu que me conheces - como diz a música - se um dia me vires na rua, sorri mas continua.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

David Guetta - Without You (feat.Usher) (Lyrics video)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Palavras vazias

Tomaste a tua opção. E não da melhor forma. Mas não há nada a fazer. Cada ser é único e toma as decisões conforme lhe convém. Da minha parte, irei apagar tudo. Existirás apenas na memória como um rapazito que pouco ou nada reparei na sua presença nos tempos de escola.

Refiro-me muitas vezes a este ano que termina como o pior da minha vida. E a forma como esta etapa contigo termina faz-me crer que nada neste ano valeu a pena. Foram apenas desilusões, muitas complicações e vivências de doces mentiras que servem apenas para magoar a alma.

Tantas vezes te disse o que não te queria dizer. Disseste-me para o fazer, que dirias o mesmo, mas foram apenas palavras vazias levadas pelo vento no segundo seguinte. Mas não choro, não vou sequer recordar como boas memórias. Não prestas e sempre o admitiste é certo. E por isso não te quero sequer na minha memória. Esquecerei passeios, jantares, palavras, loucuras. Arrancar-te-ei do peito e da alma sem o mínimo remorso.

Viver é etecetera e tu, que tanto me disseste e escreveste, não estarás mais lá. Nevermind, I’ll find someone better than you, o que não é muito complicado.

Lembra-te apenas de uma coisa que me deu um prazer tremendo. Quebrei a tua regra de “quem termina sou eu, nunca ninguém termina comigo”. Parti sem ter tempo de te enviar a brochura com o meu destino de férias, mas foram umas férias muito boas onde fui apreciada de corpo e alma. Nunca foram palavras ou acções vazias para alimentar o ego alheio.

O teu contrato termina aqui. E nem por sombras voltarei a reconsiderá-lo.

domingo, 25 de dezembro de 2011

To you all... ;)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Where are you...?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

...

domingo, 20 de novembro de 2011

Awkward

I'm in limbo with you. I love you, hate you, I want to hold you but I need to let it go. I miss you, I need you... I need to recover what we had. Your silence kills me inside, I miss your naughty words, how you used to say you missed me, that you needed me. Where are you? Where did you get lost? Please return, come back to what we were. I can not stand this situation, I feel awkward without you...

sábado, 12 de novembro de 2011

Velvet

A minha preparação faz-se de modo calmo, tranquilo. Espuma perfumada envolve-me o corpo enquanto estou de olhos fechados deliciada com uma musicalidade relaxante. Sinto o vapor quente enquanto saio do meu banho de espuma e cerco o corpo num tecido fofo e macio. Seco os meus cabelos dourados e a minha pele perfumada, enquanto o meu vestido aguarda impaciente na minha cama.
Apareces mais cedo. Tomas-me de assalto à porta sem que eu tenha tido sequer hipótese de colocar qualquer peça de roupa. Apenas existiu tempo de fechar a porta do meu palácio antes de me tomares nos teus braços. O teu beijo é devorador, quente, apaixonado. O teu toque é ansioso, à medida que percorre o meu corpo desnudado. Tiro o teu cinto, abro o botão das tuas calças enquanto me beijas o pescoço, o peito. Levantas-me uma perna e entras em mim de forma fogosa, ardente, apaixonada e provocadora. Deslizas os dedos pelos meus cabelos dourados e olhas-me directamente nos olhos, consumindo-me em simultâneo.
Alimentas-me de adrenalina, pegas-me no colo mesmo ambos sendo um só, ligados por uma paixão crescente. Mantemo-nos em silêncio, o nossos olhares, os toques dizem tudo por nós. Explodimos uma e outra vez e caímos exaustos na cama, mesmo sem sentir a brisa fria do Inverno que se aproxima. Passas-me a mão no rosto, colocas mais uma novidade musical que dita tanto a nosso respeito enquanto fico a sorrir para ti. Passas as mãos pelas minhas pernas, suaves como veludo e vais beijando-me terna e lentamente.
Sinto o peito apertado, a vontade gritante de dizer que te amo, mas mantenho-me silenciosa... Nenhuma palavra representa o que sinto de forma tão perfeita quanto o meu olhar. Sorris enquanto fechas os olhos e percorres todo o meu corpo com os teus lábios... Entendes o que me vai na alma.
Ficas momentaneamente alheado, quando encontras o meu vestido a repousar na minha cama. Pedes-me as mãos para me ergueres. Aprecias-me de alto a baixo e voltas à entrada do meu palácio. Regressas com uma caixa sóbria com um laço de seda e pedes-me para a abrir: - "Esta noite é muito especial, Alice. Quero que uses este presente hoje." - puxo a fita de seda e abro a caixa para afastar o papel suave e fusco do interior. Encontro uma lingerie, acetinada com pormenores em renda e no centro desta, uma caixa pequena em veludo azul escuro. Olho-te interrogativa, mas apenas me respondes com um sorriso e com um olhar encorajador.
Abro-a e fico estonteada. Um fio, muito fino apenas com o infinito no centro, em brilhantes. - "Algo muito simples, mas com um valor que espero ser sentimentalmente incalculável. Realça ainda mais a tua beleza natural, juntamente com o vestido que escolheste para hoje." - Beijas-me os lábios de forma doce e terna enquanto me viras de costas para ti e pedes-me para apanhar o cabelo. Colocas-me o fio à medida que me beijas no pescoço. Toco neste símbolo de infinito, compreendendo que apenas o terei no meu pescoço estando única e apenas contigo. (...)

domingo, 6 de novembro de 2011

Noite embriagada

Todas estas luzes se apagam assim que chegamos. Fica um convento, apenas iluminado por um farol distante e uma lua luminosa. Sinto-me inebriada. De garrafa numa mão e copo na outra, dispo-me de preconceitos e vou dançando e cantarolando, enquanto me vês divertido de sorriso nos lábios encostado ao carro de braços cruzados.
Sinto-me quase sem chão à medida que vou saltitando de salto alto ainda com cuidado para não cair enquanto algumas gotas geladas começam a cair nesta noite de Outono. Começo a girar em torno de mim mesma de rosto virado para o céu e de olhos fechados de modo a sentir as gotas na minha face quente. Caio, como seria de esperar enquanto te oiço soltar uma gargalhada à medida que vens para junto de mim. Rimos os dois, sentados no chão frio e molhado até que o silêncio dos nossos olhares cruzados toma lugar.
Passo-te a mão no rosto, nos lábios. Aproximo-me de ti e beijo-te levemente ao mesmo tempo que contornas a minha cintura e me puxas para ti. Esquecem-se as fotos que se iam tirar, esquece-se o local e apenas ficamos a sós com a escuridão, o ruído das ondas lá em baixo e a luz esporádica do farol. Apertas-me bem junto a ti e sinto-me estremecer. Não estamos frios, estamos ambos quentes e a chuva que cai não nos incomoda. Levantas-me e encaminhas-me para as arcadas do convento, mais resguardado e escuro e vais despindo a minha camisa à medida que avançamos.
Encostas-me à parede. Nem me tiras a camisa, agrada-te vê-la apenas aberta, colada junto ao meu corpo molhado. Não perdes mais tempo, percorres-me as pernas até parares nas ligas, sobes-me a saia e consomes-me assim mesmo. Sinto ondas de calor no meu corpo, agarrando-me a ti com força. Os nossos gemidos ecoam pelas arcadas do convento, mas nada nos preocupa. O momento é nosso, único. Passo-te com a língua no pescoço enquanto me beijas o peito duro do prazer que sinto.
Sinto-me em êxtase e explodimos em simultâneo. Abraço-te e contorno-te a cintura com as pernas, enquanto nos desces até ao chão molhado, exaustos e exacerbados. Entreolhamo-nos com a mesma questão na mente; o que acabou de acontecer? Afastas-me o cabelo molhado do rosto e tocas-me levemente nos lábios. Não falamos. Pegas-me na mão e seguimos para as traseiras do convento. Ficamos lá, abraçados um ao outro, ouvindo o mar e vendo o nascer tímido de um sol fraco.

Memories

Chegas ao meu palácio e tomas-me de assalto. Tranco-te com o meu corpo enquanto me sinto a ficar escorregadia de prazer. Beijas-me com a ânsia de recuperar o tempo perdido enquanto as tuas mãos deslizam no meu corpo tirando-me a roupa de forma veloz. Entras em mim, com força, devagar, depressa, suavemente. Gostas que seja puta contigo tal como aprecias que seja a tua princesa. Despes-me a alma de qualquer réstia de moralidade, entrego-me a ti crua, ligada ao desejo ardente que me consome por dentro. Toco-me agora desejando que estivesses aqui, a agarrar-me a apertar-me, a beijar-me da forma maravilhosa que o fazes. Não consigo viver contigo, mas não consigo viver sem ti. És único, és meu.

sábado, 29 de outubro de 2011

Cold

O sol brilha fraco, sem o seu calor característico, aquece-nos a pele por poucos minutos mas não nos aquece a alma. Chegam nuvens cinzentas, chuva e vento anunciando um Outono gélido que me deixa fria e apreensiva.
Ainda és o mesmo? Ou mudas com as estações?
Já não corro atrás do que me dá prazer. Torna-se uma corrida com um único atleta que não tem qualquer lógica em ganhar obrigatoriamente um lugar. Espero antes que o que me dá prazer me procure, continuando a minha vida como sempre o fiz, independente, organizada, sozinha.
Vou rindo, sorrindo, brindando com amigos que me fazem rir de forma genuína e vivendo despreocupada. Não sou moral nem socialmente correcta, mas sou verdadeira. Sou aquilo que vês. Não vivo de aparências nem de jogos de quem faz, diz ou escreve algo primeiro.
Se sinto falta do que fomos? Todos os dias. Se esta diferença de atitude me deixa desapontada? Muito. Mas continuo com a estranha sensação que me queres dar uma lição, quando já a aprendi por mim mesma. E talvez quando te aperceberes disso, notes que as tuas recentes acções (ou falta delas) não têm qualquer noção de existir.
Sinto falta do que eras, e peço tão pouco...

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

You make me happy

Voltar a sentir o teu calor, o teu beijo, o teu corpo junto ao meu é algo que nem consigo colocar em palavras. Senti a tua falta, imenso! Continuas viciante, adoro o teu cheiro e a forma com que me arrebatas quando chegas. Deixo-te um até breve e um beijo doce e suave nos teus lábios.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A nossa história não termina agora...

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Busy (for me)...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Desdém

Encaras-me agora com desdém, por ter mudado de continente sem te enviar a brochura do meu destino de férias. Esqueces porém, que estavas noutro continente - e ainda estás - quando pensei que estivesses no mesmo que eu. Esqueces porém o que me dizias. Esqueces porém que sempre me sujeitei a tudo, por ti. No entanto, sabes perfeitamente onde passei o meu Verão inteiro. E sabes perfeitamente que não foi noutro continente. E sim, adoraria passar o meu Inverno onde passei o meu Verão. Já que o sugeriste, és capaz de o encarar? Ou o orgulho desmedido fala mais alto?
Recorda no entanto, que eu fui sempre o teu destino de férias, nunca o teu regresso a casa. Como me julgas com esses telhados de papel?

Ainda assim, continuo a aguardar pelo teu contacto. Aguardo ler-te, ouvir-te, ver-te. Fazes-me falta e a saudade aperta e digas o que disseres, escrevas o que escreveres, estarei aqui de braços abertos para te receber.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Crystal

Ler o pouco que me escreves é como uma gota de água num deserto, quando o que mais desejo é um oásis perdido onde possa matar a minha sede de ti...
Não me esqueças, não me deixes sedenta quando te desejo tanto e quando ainda espero ouvir-te tocar, aquela música, nossa, que estavas a aprender a tocar numa passada tarde de Domingo. Lembras-te?
Não silencies, quando tanto há para dizer, quando tanto há a viver. Fazes-me falta. Sinto-me incompleta sem ti, como se fosse areia lentamente a transformar-me num frágil cristal, devido ao calor tórrido de um deserto sem água à vista...

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Do you remember?

Ainda te recordas? De quando trancava o teu corpo junto ao meu, enquanto gemia livremente no teu ouvido? Recordas da minha vã tentativa de dançar contigo num quarto de hotel, quando o que mais desejava era que entrasses em mim? Ainda te lembras, das nossas conversas sussurradas encostados um ao outro na cama, completamente exaustos e extasiados? Recordas ainda a forma de como me venho sempre que me consomes? Das músicas a passarem enquanto o carro segue na estrada, sempre com algum significado na nossa estória? Lembras-te de como te colas a mim que nem uma tatuagem, me beijas sofregamente contra uma qualquer parede, na rua, entre quatro paredes? E não recordas a nossa forma profissional de conversar ao jantar, entre olhares que dizem mais do que a nossa própria voz? Não te lembras das nossas gargalhadas soltas perdidas no ar, a adrenalina a subir com uma batida na porta? Não creio que tenha caído no teu esquecimento, abraçar-me a ti completamente nua, enquanto te beijava suavemente o pescoço até ficares arrepiado. Não posso acreditar que tenhas deixado de recordar a forma como entravas no meu palácio, a forma como numa praia, num carro, numa rua, me despias de preconceitos e a nossa paixão se revelava de forma despreocupada. Não é possível, que esqueças tudo quando tudo está tão vivo na minha mente... Ainda te lembras que me... tal como eu te... a ti?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Quiet

Continuo com a esperança que me continues a ler, que consigas sentir o que escrevo. Sinto a tua falta sempre que não estás, e mesmo no vazio e no silêncio do meu palácio, ouço a tua voz, o teu sussurro, sinto a minha pele arrepiar-se por quase sentir o teu toque... Fazes-me falta. Ando angustiada com a tua ausência e com memórias demasiado vivas para conseguir aguentar-me sem desesperar. Preciso demasiado de ti, de quando me tomas nos teus braços deixando-me exacerbada. Sinto falta da tua paixão intensa, do teu olhar que me faz tremer os joelhos e sorrir por te ter de novo.
Sinto-me desfalecer... como uma folha que cai no Outono e preciso que me dês todo o calor que tens para que me possa sentir viva. Tentei viver sem as nossas loucuras, mas não fui toldada para uma vida normal e socialmente correcta... diz o ditado que bom filho a casa torna... e bom consultor, regressa à Instituição que tanto lhe deu?

domingo, 2 de outubro de 2011

Pain.

Vivo a mil à hora, tentando tudo para conseguir ser feliz sem precisar de ti por perto. Sem ter necessidade de sentir o teu cheiro, de ouvir a tua voz, de olhar nos teus olhos, de rir contigo ou de sentir a tua respiração ofegante no meu ouvido.
E tudo o que sinto é uma dor atroz, por ter a sensação que não te vou ver mais, que não me queres por perto mesmo depois de me dizeres que me amas.
Mas ainda assim - e sendo contraditório - fico secretamente a aguardar, a desejar que apareças, que me contactes, que voltes a fazer parte da minha vida porque me fazes falta tal como o oxigénio é imprescindível aos meus pulmões. Não consigo abdicar, prescindir de ti. És-me demasiado importante e por mais tempo que passe, por mais tentativas que já tenha feito para tal, nunca irei conseguir ultrapassar esta lacuna, este vazio quando não estás... Amo-te.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

So sad to let you go...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Entras na minha mente sem autorização...

És meu, sou tua. Adoro-te por demais, adoro o teu beijo, o teu toque e sim, tenho as tuas palavras todas guardadas desde há 6 meses para cá, todas as nossas músicas guardadas, todas as loucuras que fizemos e fazemos. Amo-te.

domingo, 10 de julho de 2011

Reencontro

Essa realidade mundana e corpórea, de quotidianos e rotinas, em nada nos pode tocar e abalar. O que existe vai para além da realidade crua. É demasiado sensorial para se deixar abater pelo Mundo que nos rodeia. E, embora ele exista e nada possa ser feito para o eliminar, também reconheço no fundo da minha alma que não poderia ter-te de outra forma.
Nada da realidade nos move se assim verificares. Movemo-nos através de sensações, sentimentos, desejos. Nada envolve a tua ou a minha realidade. Somos seres unificados pelo que existe de mais puro, o bem que é amar-te e ser amada por ti. Respiro embora sinta os pulmões pesados e apertados quando não estás. Mas é quando a tua presença existe que tudo faz sentido. Sinto milhares de infímas explosões de prazer, de alegria, de paixão, de amor, de dor (boa - entenda-se - ao sentir os meus pulmões expandirem-se ao sentir a tua essência), vivo tudo na tua presença. Quando não estás, é como que um qualquer emprego enfadonho embora necessário para pagar contas a cada final de mês.
Existo sem ti, mas vivo cada fracção de segundo contigo. A minha aura sensorial amplia-se e fica ao rubro quando te tenho do meu lado, como se nos elevássemos dos próprios corpos. Sinto-o, sempre que voltas e me tomas nos teus braços de forma apaixonada, em que me arrebatas todos os sentidos tornando-o um só centrado em nós. Apraz-me a forma como envolves a minha cintura nos teus braços e me reclamas para ti, em como recuperas cada segundo suspenso no ar até nos reencontrarmos.
Não... definitivamente, nada pode sequer comparar-se ao que existe entre nós. É como que um sortilégio lançado por ambos que não pode ser quebrado. E sei que te tenho neste círculo apenas nosso. Amo-te. Um até breve, até ao nosso reencontro.

sábado, 2 de julho de 2011

I Miss You

How long will I have to wait until I can finally say: "I missed you"?

domingo, 19 de junho de 2011

A Alice morreu.

O oxigénio terminou.

sábado, 18 de junho de 2011

Paradigmas

Estou aparentemente tranquila no meu palácio imaculado, mas no meu interior gira incessantemente um corropio de emoções que me toldam a alma e o meu raciocínio. Pondero no que desejo para mim, mas amor e paixão, certo e errado não páram nos seus devidos lugares e deixam-me enleada sem saber o que pensar, desejar, decidir.
É certo que aos olhos da racionalidade te amo e que é o sentimento errado. Mas também é certo que aos olhos da emoção, a paixão tem sempre levado a melhor e me tenha entregue a ti sempre sem pensar que mais tarde viria a ficar encurralada num torbilhão de emoções e sentimentos contra os quais não consigo lutar.
Sinto, no fundo da minha alma, que te desejo. Que quero estar contigo a toda a hora, que me falta o oxigénio quando estás tempo demais longe de mim. Mas a tua ausência também me permite raciocinar. Lentamente, o véu da paixão começa a dissipar-se e começo a encarar a realidade. Sou tua tal como tu és meu, mas apenas quando estamos os dois, frente a frente, sozinhos. Nessa altura nada mais é real. Existimos apenas nós.
Mas a realidade é que existe muito mais que nos rodeia. Existe um quotidiano implacável, que me puxa à Terra e me impede de sonhar. Que me mostra a dureza da realidade tal como ela é.
Ambos temos noção das limitações existentes, tanto para um como para outro e nenhum de nós está capaz de arriscar. Tu não arriscas o teu mundo próprio, eu não arrisco confiar em ti.
Pediste-me e admiti-o com toda a sinceridade existente na minha alma, e embora com a voz embargada pela emoção que senti, proferi que te Amo. No entanto ao admiti-lo, foi como se tivesse levado uma bofetada que me acordou.
Quem és? Reconheço que quase nada sei a teu respeito e que permiti que o meu lado emocional fosse longe demais sem ter o meu raciocínio no outro lado da balança. A noção dessa realidade prendeu-me ao chão e deixou-me apreensiva. Sinto-me a ser rodeada por uma sensação doce e fria, já que não consigo descortinar se o facto de me manter contigo como estou, vai ser o início de algo bom para ambos ou o meu fim por mergulhar demais em oceano aberto, sem barco algum à vista para me socorrer. E a sensação de afogamento, embora irreal, sufoca-me a alma por me sentir sem esperanças - estas reais - de que haja realmente alguém disposto a socorrer-me num oceano agitado, para que me faculte uma sensação doce e quente, como a paz de um cobertor aconchegante depois de uma altura conturbada.

sábado, 11 de junho de 2011

Sonho interrompido.


Onde é que ficámos, mesmo?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Only you

Podia dedicar-te algo, uma música, um poema. Mas não pretendo palavras alheias. Quero que, além de sentires quando estás diante de mim, saibas e tenhas as minhas palavras gravadas na tua mente.
Tornaste-me uma mulher crente no sentimento sincero entre seres humanos, sem demais exigências, que vive a vida através de momentos especiais que têm mais significado que anos inteiros de vida arrastada sem eles. Gravo todos eles, como faço com as tuas palavras. És-me especial. Adoro o teu beijo, o teu toque, o teu sussurro, as tuas palavras, o teu olhar. Tens um timming certo e parece que me lês o pensamento, sempre que me dizes que me desejas, que sou viciante, que me adoras, quando me chamas de amor.
Deliro com o prazer que me dás, mas muito além do sexo maravilhoso que me proporcionas, é o prazer de te ter presente na minha vida, desta forma única e após 15 anos sem nos vermos. Sinto-me feliz, aluada, sempre de sorriso no rosto e brilho no olhar.
Como te disse ontem, faria e faço tudo para te manteres presente na minha vida. Tanto temos ainda por viver, tanto para dar e receber. Sou completamente apaixonada por ti e nada nem ninguém conseguirá mudar o que sinto.
Gosto de te olhar nos olhos e ver-te retribuir de olhar terno, enquanto passo um dedo pelos teus lábios e o beijas levemente, gosto da nossa sintonia, da forma como nos consumimos apaixonadamente após um intervalo de ausência. Gosto de ser a tua princesa e de cometer loucuras contigo. Gosto-te demais, ao ponto de me sentir a mulher mais feliz do mundo, mesmo quando estou a sentir a tua falta.

Um dia, quando sentir e me disseres que não há risco algum, talvez te diga que te... , tal como tu o escreveste só para mim.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Time goes by

O tempo vai passando devagar, demasiado devagar. Devia correr de forma vertiginosa para que eu não conseguisse sequer lembrar-me de ti. Mas isso não ocorre, é como que propositadamente demorado para que me lembre de tudo e com todos os detalhes, tudo o que vivemos. O bom, o menos bom. Não sei é correcto manter-me neste limbo quando sei e sinto no fundo que vou acabar num abismo.
Sinto a tua falta. Sinto falta de um passado não muito distante. Sinto falta das conversas despreocupadas sem motivos de aborrecimento. Do riso simples, dos olhares trocados.
Corro no meu dia-a-dia de modo a manter-me ocupada. A não pensar sequer. Saio e vou conversando no carro, muito, na tentativa de me manter distraída do motivo pelo qual sinto o peito apertado. Não te vejo há algum tempo e essa sensação causa-me desconforto. E porquê? É de todo impossível, imaginar a minha vida do teu lado. Por mais belo que possa parecer, ao olhos utópicos das nossas almas, a racionalidade trava qualquer sonho a essa hipótese. Já o escrevi uma vez, e volto a escrevê-lo: Podíamos ser tanto... mas não um do outro.

domingo, 1 de maio de 2011

Sente come fuoco, sono cosÍ innamorata di te.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Insane emotion

Marcaste-me. Para sempre. Nunca, jamais vou conseguir esquecer-te. És tudo, numa medida que por mais errada que possa parecer, é perfeita. Sinto a tua falta, fico com a respiração como que suspensa até te ver novamente. Sinto aquela necessidade de atirar tudo no vazio e correr para ti, mas não o faço. Amo por demais a sensação de sentir a tua falta, mais do que o querer estar do teu lado todos os dias, correndo o risco de perder esta sede de ti.
Apreciei a nossa noite. A nossa reunião de negócios, o casual chic sem roupa interior, o teu sorriso, a tua mão na minha, a tua voz dizendo-me discretamente "Adoro-te, sabias?"... Não me sais da cabeça. Quero-te, desejo-te uma e outra vez. Acordar do teu lado foi algo que não esperava de forma tão repentina e adorei cada minuto que estive contigo, de poder tocar-te levemente no rosto, sem pressas nem horários. Também tu és perfeito à medida do que preciso. Também eu não sei onde esta viagem nos leva, mas que não tenha destino à vista. Gosto-te demais e sempre que penso em ti sinto as minhas borboletas no estomago, mesmo já tendo passado todo este tempo. És único, és meu.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Escreve...

... para mim. Cabeça, tronco e membros. Não quero palavras alheias, quero as tuas. Quero um cenário idealizado por ti, uma noite, um dia, várias noites, vários dias. Mostra-me o quanto me desejas, o quanto me queres. Quero ler-te. O email está aí no lado direito. Quando me escreveres, publicá-lo-ei aqui.

terça-feira, 22 de março de 2011

Despida


Gosto que gostes de me ver e de me sentir completamente nua. De te encostares a mim e sentir o teu calor, o teu toque. Aprecio ainda mais o teu à vontade na cama, oiço-te gemer, alto, baixo, sussurras no meu ouvido e movimentas-te sempre na perfeição. Muito complicado, encontrar quem encaixe connosco desta forma. Na cama, a conversar, a brincar, a rir. Talvez por isso sinta tanto a tua falta. Do que me dás e do que ainda não me deste. Sinto falta do teu beijo suave, do teu beijo ansioso, sinto falta das tuas mãos tanto a prenderem-me com força, como a deslizarem pelo meu corpo suavemente. Sinto falta do sol e da rua, de poder andar, correr, sem demais justificações a ninguém. Dizes-me que o navio partiu do cais, que será uma questão apenas de tempo, mas tenho pavor que ele naufrague pelo caminho. "És viciante" - Dizes-me. Mas tu também o és... e Julho será terrível para mim, porque estar tanto tempo sem te ver, sem saber de ti, vai fazer doer-me a alma. Quero sentir-te colado a mim, como uma tatuagem tão fantástica que não conseguímos parar de a apreciar. Nunca, jamais, voltes a duvidar do que sinto. Porque fico ansiosa só por te ver partir com um até já. Doi-me o peito por ser uma incógnita a próxima vez. Adoro ouvir-te, adoro a tua boa disposição, a tua voz. Quero-te em todos os locais, sem demais preocupações, mesmo correndo o risco desta paixão me poder vir a destruir por dentro.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Miss you

Sinto falta da costa vicentina. Sinto falta do teu beijo. Sinto falta do teu toque. Sinto falta do teu abraço. Sinto falta das tuas palavras. Sinto falta do teu corpo colado ao meu. Sinto falta do teu sorriso. Sinto falta dos teus gemidos. Sinto falta do teu calor no meu corpo. Sinto falta do que ainda não me deste. Sinto falta do nós. Quero-te cada vez mais. A minha decisão foi tomada.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Utopia

Tudo dito e tanto por dizer. Senti o peito apertado, depois a rebentar de angústia. Senti o chão fugir-me debaixo dos pés, a cabeça zonza. Mas não tombei. Continuo aqui, de cabeça erguida e nada mudou. A minha felicidade é a minha prioridade. Nunca jamais permitirei que me atrasem. A Alice continuará a Alice, hoje e sempre. Irás aparecer no meu palácio e logo decidirei o que fazer contigo. Se valerá a pena manter-me exclusiva e insana. Se será preferível andar louca ao sabor das marés. Terás de me mostrar o que pretendes e fazer valer muito bem o teu desejo. Mas que sejas breve. Não vou esperar para sempre.

Soft kiss on your lips.

sábado, 12 de março de 2011

Lose it

Onde está a minha insanidade? Cansa-me toda a racionalidade de assuntos sérios. Quero apenas viver e tirar o maior partido da minha vida. Estás comigo? Muito bem, mas jamais me atrases. Não coloco a minha felicidade em espera. Tudo o que desejo e quero, é para ontem. Tudo o que me dá prazer, é para ontem.
Vive comigo uma vida louca que tenha quebras nas regras. Não aprecio planos. Já referi anteriormente, há cerca de um ano atrás. Se sou louca por ti? Sou... louca pelo que me fazes sentir. Mas sei viver sem ti, pois a insanidade que me dás é muito reduzida para aquilo que desejo. Quero viver na beira de um precipício, onde cada segundo conta para toda a adrenalina que me alimenta a alma. Não sou segunda opção, sou sempre a primeira.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Hotel

Seguimos para o restaurante do Hotel. Chegámos recentemente após algumas paragens pelo caminho e resolvemos jantar após o check in. Sigo à tua frente. Estou vestida para a ocasião, blusa de seda negra, saia justa ligeiramente acima do joelho com abertura pronunciada atrás até quase à côxa, sapato de tacão alto. Acrescentei o tom vermelho nos lábios e eye liner nos olhos.
Sinto o teu olhar em mim, mesmo não olhando para trás. Sinto o teu toque a descer suavemente pelas minhas costas, parando na minha anca. Esboço um sorriso ligeiro, enquanto nos encaminham para a nossa mesa discreta. Não permites que me afastem a cadeira para me sentar, afastas o garçon educadamente e pedes-lhe para voltar dentro de 3 minutos. Ao se afastar, escorregas as mãos delineando o meu corpo, passas-me a língua pelo pescoço enquanto me sussurras: - Sexy e bela Alice... preparada? - Respondo-te em silêncio com um olhar, enquanto me retribuis um sorriso e me empurras a cadeira. Sempre Preparada.
O garçon volta, pedimos um Chardonnay e brindamos a nós. Sinto o calor do vinho inebriar-me os sentidos, reconfortando-me. Comemos algo ligeiro entre trocas de olhares e palavras soltas e provocadoras... a noite ainda está a começar.
Saímos após duas horas. Desta vez estás mais solto, sais do meu lado com a mão mais abaixo da anca. Não te preocupam os olhares chocados de individualidades mais velhas, que nos olham de soslaio. Saio divertida com a situação depois de te forçar a parar e te beijar apaixonadamente no meio do restaurante. Mas não saímos no hotel. Passas na recepção enquanto te aguardo sentada num dos cadeirões situados no lobby. Solicitas o cartão de acesso à nossa suite onde uma vez mais me surpreendes. Entro numa suite a meia luz e deparo-me com uma garrafa de Moët & Chandon em gelo e uma cascata de chocolate negro aos pés da cama e ao lado uma travessa em prata de morangos vermelhos e sumarentos. Passas um pela cascata e encaminhas o mesmo aos meus lábios. Pousas o restante e viras-me de costas para ti, enquanto abres o fecho da minha saia que cai depressa para o chão. Voltas-me de novo, abrindo cada botão da minha blusa esvoaçante, calmamente... desfrutando de cada segundo. Sinto a minha respiração mudar, enquanto te aproximas mais de mim e deslizas a tua língua no meu peito, onde vais descendo conforme a camisa se vai abrindo. Deitas-me gentilmente na cama, apesar de estar em chamas para te ter dentro de mim. Puxo-te para mim enquanto te tiro o casaco e te dispo a camisa por entre beijos que vão aumentando de intensidade. Sinto-te duro, mas afastas-te repentinamente para me beijares abaixo do umbigo. Deixas-me apenas com as meias de liga e de sapatos, afastas-me as pernas enquanto me beijas e me penetras com a língua. Sinto-me a enlouquecer com o prazer que me dás e expludo numa onda violenta de prazer enquanto te puxo para cima de modo a sentir o meu sabor na tua boca. Viro-te e ficas tu deitado por baixo de mim, passo-te a língua pelos lábios suavemente e vou descendo pelo pescoço, pelo teu tronco, pela tua anca. Saboreio-te enquanto te ouço gemer de prazer e sussurras "És terrível Alice... tão espantosamente terrível..." - Sorrio enquanto vou brincando contigo e desta vez és tu a puxar-me. Não aguentas mais e entras em mim com toda a paixão que sentes.
A noite é uma criança e ainda agora começámos.

domingo, 6 de março de 2011

Soft image.

O dia corre devagar. Entretenho a mente ocupando-me com funções vulgares e obrigatórias do dia-a-dia, mas assaltas-me o pensamento quando menos o espero. Sinto ondas de calor a invadirem-me o peito, que se distendem progressivamente por todo o meu corpo mas sacudo-as rapidamente na vã tentativa de me manter sóbria no que tento desempenhar.
A tarde passa calma, passeio-me para cima e para baixo no meu palácio com roupas leves que me provocam um arrepio ligeiro sempre que me cruzo com a brisa do exterior. Recebo notícias tuas e transporto para imagem tudo aquilo que descreves. Acabo por optar por um banho de espuma, entro e tento relaxar de olhos fechados e pensamento sereno. Escuto o início de uma Primavera que chega, misturada com o som de água perfumada em movimentos calmos. Passo as mãos pelo corpo e pelo rosto e sinto a ansiedade calmamente a ir embora, mas quando está prestes a desaparecer escuto uma batida decidida na porta.
Fico irritada, todo o esforço para manter o meu pensamento longe de ti cai por terra enquanto enrolo uma toalha curta no corpo e a prendo no peito. Caminho em bicos de pé, como se estivesse calçada com um tacão alto, em passos curtos e rápidos para a porta e pergunto ainda irritada: "Quem é?" - mas ninguém me responde.
Intrigada, espreito pelo óculo da porta e o que vejo deixa-me subitamente deslumbrada. Não consigo ver quem as segura, mas na minha frente vejo um bouquet de rosas negras com um laço cor de sangue acetinado revestido a renda preta. Abro a porta do meu palácio com precaução, tentando ver quem está por detrás daquelas rosas únicas para mim... és tu.
Ofereces-me um sorriso suave e entras de passo decidido, enquanto continuo estupefacta a olhar-te, com a batida cardíaca a ocultar-me a audição exterior. Estendes o bouquet para mim assim que fecho a porta e me sussurras no ouvido enquanto me enlaças a cintura e me levantas do chão: "Surpresa Alice..." - Senti-me quase a desfalecer ao ouvir a tua voz e ao sentir o teu cheiro. O meu coração dispara uma vez mais devido ao teu abraço apertado que me desperta para outros locais. Tenho o cuidado de colocar o bouquet na consola e pego no teu rosto com as duas mãos, ainda molhadas com réstias de espuma perfumada e respondo-te de forma quase inaudível: "Tive saudades tuas..."

sábado, 5 de março de 2011

Exclusive Alice

Recordo o teu toque, que me deixa inundada em desejos. Recordo as tuas palavras sempre provocadoras, que quase me fazem perder o controlo. Provocas-me adrenalina em todo o meu ser, passo com os dedos suavemente no meu corpo, relembrando cada toque, cada beijo. Estou completamente incendiada e o teu sorriso, a forma como fazes transbordar desejo por todos os meus poros. Anseio por te ter novamente, beijar-te todo o corpo passando com a língua em todo o lado. Quero ouvir-te gemer, quero sentir-te tremer sempre que te provoco e te aperto em mim. Quero ser má, uma vez, várias vezes. Fazê-lo sem horas marcadas nem tempos contados. Quero sentir-me arrepiada por me tomares de pé contra a parede, por me virares de costas para ti e me acariciares em todo o lado. Quero tomar-te em qualquer lugar, já que me sinto quase insana com o teu toque. Sim, sou-te exclusiva mas... onde estás?

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pepper passion


Tenho urgência em te ter novamente, em te sentir por todo o meu corpo, colado a mim. Tenho fome dos teus beijos, do teu toque, da forma despreocupada e divertida com a qual comunicamos. Quero sentir a ânsia no peito mas não apenas com as tuas palavras soltas e sim com as sensações vertiginosas que me provocas. Quero sentir-te dentro de mim, ouvir-te sussurrar no meu ouvido, sentir-te cair extasiado do meu lado, enquanto me afastas o cabelo do rosto e me beijas levemente.
Quero-te, quero a tua boca, o teu corpo. Quero todo o prazer que me podes proporcionar. És capaz de aguentar?

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Não te conheço.

Quem és? Dás-me sensações únicas, sinto-me no auge de tão especial. Mas rapidamente caio por terra quando vejo que no momento seguinte tudo muda. Sinto-me vendada. Vivo o dia de hoje com a maior intensidade possível, querendo ter o melhor de tudo e sorrindo sempre. Como consegues ter a capacidade de me tirar tudo aquilo que me tem deixado feliz?
Tentei fugir de ti, resisti algum tempo, mas é inevitavel voltar a ti. Mas não esperava o ontem. Provocou-me insónias embora me apeteça dormir uma semana para limpar a alma. Há pessoas falsas sim, mas não aquelas que normalmente se julgam. Existem as outras, tão hipócritas que atiram pedras tendo telhados de vidro. Não sei o que fazer contigo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Metal is cold

And I am hot. Your chance has passed. Unless you give me something more to taste, it is over.
We could enjoy much more, oh well. Have a good life.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Stand by


Sensação nova, a de sentir metal na minha língua. És alguém que me suscitou curiosidade, mas ainda agora comecei a saciá-la. Encontro-me em stand by, a aguardar o teu próximo movimento. Quero-te, quero saborear esse metal tão bem localizado em pontos estratégicos. E irei fazê-lo, é uma questão de tempo, miau...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Ignorância ou Desleixo?

Será possível que os homens em geral, não tenham a capacidade de surpreender na cama? Regra geral falam e acontecem, mas na hora H, fazem o que têm a fazer e nem tão pouco se apercebem se a mulher gosta ou não. Existe sempre algum prazer na mulher, mas na sua maioria o homem trata de si e se a mulher mentir indicando que foi maravilhoso, ele nem sabe que ela está a mentir.
Triste ter tão pouco conhecimento. São muito raros os homens que conseguem surpreender nesse campo. Regra geral, e pelas que conheço, as mulheres conseguem ser muito mais fogosas que românticas. E questionar uma mulher acerca do que ela gosta ou que gostaria que lhe fizessem, é no mínimo ridículo. Estamos em pleno século XXI, pesquisem! Aliás, o porno e erótico não existe apenas nessas mulheres, está presente em todas. Bom, quase todas.

Sejam atrevidos, "agressivos", rasguem roupas, façam-no de repente. Não basta beijar seios, pescoço, boca, ir lá para baixo brincar um pouco antes de penetrarem e terminarem o serviço. Conseguem ser muito mais criativos. Basta querer, estar atento e pesquisar bastante, principalmente em termos de orgasmos femininos. Aposto com vocês que mais de metade (para não ser mázinha e dizer todas) das mulheres que já tiveram, fingiram orgasmos.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Touch

Ouvir-te gemer de prazer é das coisas mais maravilhosas da vida. Oiço o meu nome sussurrado no meu ouvido, "Alice...!" - e deleito-me com algo tão simples quanto isso. Provocas-me e eu gosto. Sinto a paixão a subir dentro de mim, num acumular de desejos súbitos.
Acordo a pensar no que aconteceu, sinto-me escorregadia com as imagens geradas na minha mente. Os gemidos surdos, os toques concretos, os movimentos exactos tão coordenados por um instinto primário. Desço até mim e toco-me, sinto falta do teu calor.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Special needs

Tento afastar-me de ti, és uma tentação complicada. Fico tempos sem te ver na esperança vã que a paixão que me consome acabe em cinzas por falta de alimento. Mas não. Aquilo que me dizes e o que me provocas, é como uma reserva de alimento que me faz continuar acesa, desejando-te uma e outra vez.
Dizes-me palavras sussurradas daquelas que sabes que gosto de ouvir, páras olhando-me directamente nos olhos com um sorriso matreiro, pronto para me deixar em chamas. Sinto-me inundada, pronta para as apagar através do prazer que me proporcionas.
Sinto a tua língua percorrer-me o corpo, apenas por pensar em ti. E o teu cheiro...! Ai o teu cheiro...! Começo a transformar-me numa mulher com necessidades especiais, às quais tento fugir em vão. E ainda bem.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Back in business

Wanna take a picture? Come and get it! ;)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Não consigo voar.

Tenho as asas presas atrás das costas. Sinto-me raptada e enclausurada na minha própria mente. Jamais irás entender a essência com que sou feita. O que me faz brilhar os olhos. Rapidamente tento descortinar o que fazer, com ajuda para que não seja parcial e, ainda assim, cerro os lábios numa linha fina, apreensiva por não chegar a qualquer conclusão.
- Jamais vais sair desta situação a ganhar Alice, tens de te mentalizar disso. A tua alternativa é analisar possíveis decisões e, talvez, escolher a menos grave para ti. Nunca vai ficar tudo bem a partir do momento em que tomes uma decisão, pelo que tens obrigatoriamente de te informar, de te preparar, pois tudo vai piorar e precisas de estar consciente para o que ainda vem por aí. A tua felicidade há-de chegar, mas não da forma simples com que gostarias.
É verdade, sei que sim. Tento fantasiar em tudo correr bem, como uma espécie de milagre, mas no meu subsconsciente sei que não existe nada de modo a minorar a decisão a tomar.
Tenho um papel na mão, pondero se devo marcar este número e que tipo de ajuda me podem facultar. as minhas forças caíram por terra e a Alice sonhadora, forte e bem disposta está prestes a perder-se no céu cinzento e frio lá fora.
Estou sozinha outra vez, privaram-me disso. E só eu poderei sofrer e arcar com qualquer decisão que venha a tomar, numa tentativa de conseguir fugir ao que me tolda o pensamento, constantemente torturado e em pânico. Amor? Mesmo que haja apenas um, como referi anteriormente, certamente não está no meu presente. Não consigo voar, a gaiola está a fechar-se cada vez mais. Sinto-me uma presidiária com pulseira electrónica em casa, com autorização apenas para trabalhar e nada mais e isto tolda-me o pensamento para algo grave. Quando esta pulseira desaparecer, quando ficar finalmente livre da minha pena, conseguirei abrir as asas e voar? Ou estarão presas há tanto tempo que tonar-se-ão inúteis?

sábado, 27 de novembro de 2010

Paixões há muitas...


... por muitas coisas, pessoas, sentidos, objectos, músicas. Amor? Há só um.
Nutres um amor por mim singular, único. Tão possessivo como carinhoso. Gosto de te sentir, em como me dás prazer mesmo após tanto tempo. Não há NINGUÉM que me possa ou saiba amar como tu, por mais que tentasse. És único, na tua súbtil e louca forma de amar. Pensei que te odiava, pela forma que me magoavas, mas isso só me mostrou que te amava ainda, tal como vou continuar a amar. Não acredito que nada, nem ninguém, seja capaz de deturpar o que nutro por ti.

sábado, 16 de outubro de 2010

Realidade (este sim verdadeiro)

Sou tudo e não sou nada. Sou linda e feia, maravilhosa e horrível, simpática e arrogante. Sou eu. Sou livre, renascendo das cinzas como uma fénix. Ajudaste-me. Mostraste-me o mal que pode existir ao nosso lado sem nos apercebermos. Mostraste-me que posso ser forte e conseguir tudo o que quero, mostraste-me a vencer preconceitos sociais, a ignorar quem fala sem saber de quê. Soubeste fazer-me ver que existe violência, mesmo quando é sempre desnecessária. Fizeste-me compreender que sou capaz de enfrentar o mundo sozinha, sem necessidade de criar contos. Eu, Alice, descobri o que havia de melhor em mim, vendo o pior de ti. Obrigada e agora vai, segue o teu caminho. Eu já comecei a seguir o meu.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Destiny's Child - "Survivor" (lyrics)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Calma

Sábado foi uma noite nossa. Muito riso, muito choro, muito alcoól. Acordámos enrolados em areia, em temperatura amena, com o despontar de um sol que tentava espreitar no horizonte ainda preguiçoso.
Acordei-te com um beijo terno, suave. Ninguém por perto e caminhámos juntos, nus, até ao mar. Água tépida e serena, que nos despontou para algo. Beijaste-me e eu deixei, senti as tuas mãos a passarem-me pelas costas, nas ancas, no rabo. Tomaste-me o peito como se fosse teu e eu tombei de prazer para trás, extasiada. Senti-te crescer, tocando-me no ventre. Entraste em mim calmamente, apesar do teu sexo pedir urgência. Sentíamos a água a rodear-nos, a saborear conosco este sabor, este momento apenas nosso. A paixão subiu a um ponto que nenhum de nós aguentaríamos muito mais tempo. Mas parámos, e recomeçámos. Senti o teu beijo salgado, as tuas palavras sussurradas "Adoro foder-te Alice..." - também eu te adoro foder, tanto que o desejo crescia em mim a uma velocidade estonteante. Agarrei-me a ti, saltei para o teu colo com o impulso da água e encaxei-me em ti. Mordi-te o pescoço enquanto cravava as minhas unhas nas tuas costas e fodeste-me ali, no mar, entre beijos e carícias, entre dentadas e gemidos de prazer de ambos.
Tal como gosto do meu sabor, adoro o teu, salgado em conjunto com o mar que nos envolveu e embalou. És a minha paixão, aquela que por mais que insista em negá-la, vive em mim ao ponto de doer no peito.

sábado, 11 de setembro de 2010

Choices

Li uma frase algures que na minha vida actual faz todo o sentido: "Muitas vezes a única coisa que separa um homem encantador de uma mulher encantadora é serem casados um com o outro." - É o que sinto actualmente. Relembro tempos passados em que tudo corria sobre rodas, aquelas sensações típicas de conquistar e ser conquistada, olhares intensos que nos deixam inebriados. Acredito piamente que as sensações "primitivas" fazem muito mais sentido que o que a sociedade nos impõe com falsas moralidades e falsos costumes. O que é certo e errado afinal? Todos pensamos de forma diferente. O que é intolerável para um, pode chegar a ser prazeiroso para outro. No meu caso, a escrita é tudo para mim. Sempre gostei de sexo e do seu lado mais erótico, pormenores escritos que nos fazem ficar excitados, quando se tratam de meras estórias. Todas as que escrevo têm algo de real e muito de fictício. Não consigo escrever sem incluir algo, por mais diminuto que seja, de realidade nos meus textos.
Curioso em como falo com muitas mulheres casadas, que me confidenciam episódios que lhes vão na alma, mas que jamais colocariam em prática ou escreveriam acerca do assunto. Pois eu gosto de escrever. Gosto de imaginar situações que me excitam, que me deixam inebrada ao mais alto dos sentidos, tal como escrevo de desilusões que muitas vezes não existem, pelo simples facto de me sentir isolada ou aborrecida.
Penso muitas vezes, nele a aparecer aqui e me tomar nos braços de forma completamente diferente ao que me habituou, beijar-me com intensidade, rasgar-me a roupa num acto de pura insanidade. Foder-me num canto qualquer sem sorrisos ou palavras, como dois estranhos seguidos apenas por desejo físico. Sou uma mulher estranha e complicada. Não creio que seja muito normal, mas a banalidade, monotonia, o dia-a-dia dão cabo de mim. Preciso mesmo de florear, mesmo que no virtual, para sentir que a vida poderia ter um sentido mais prazeiroso do que na realidade tem.
Imaginar é bom, escrever é bom, mas quando se tenta transportar determinadas situações para a realidade, estas não ocorrem como pretendemos, pelo simples facto de que cada ser humano tem a sua forma de pensar.
Ele, de quem falo, adoraria apagar-lhe a mente, tudo. Desejo arduamente que páre de pensar e imaginar tudo tão mórbido e irreal. De ser tão cínico e agressivo, pelo simples facto de não conseguir distinguir realidade de ficção. Mas nada posso fazer... esta necessidade é como uma droga para mim, livra-me de frustrações do dia-a-dia.
Estar no meu palácio, ele aparecer e senti-lo duro atrás de mim, percorrer-me o corpo com a língua até me deixar encharcada, entrar em mim com força, perder a noção de toda a realidade. Gemer de prazer sem me importar se alguém nos escuta, senti-lo explodir em mim em simultâneo comigo, fumar um cigarro, tomar um duche e ir cada um para seu lado, sem palavras, obrigações, exigências ou ciúmes. Tal como as paixões, o amor também é livre se assim se pretender, e quanto mais livre for, mais me seduz e mais me conquista. Um dia de cada vez, todos os dias. Seria bom não pensar nem existir pensamentos acusatórios. Era tudo tão mais fácil...
É esta a minha escolha, amor com amarras, sem amizades ou liberdade ou amor isolado sem correspondência com amizades e com tanta liberdade sem saber o que se fazer com ela?
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